Cap. 39- Mais que amor.
Eu dormi muito bem naquela noite, porque eu estava novamente com o MEU Robert, com o MEU AMOR. Eu acordei com o celular do Rob despertando.
- Bom dia. – falei.
- Bom dia. – ele me deu um Celinho. – Volta a dormir ainda ta cedo. Vou me trocar e vou para a reunião.
- Que horas são?
- 5:40
- Que cedo.
- É.
Eu não ia deixar ele ir sem comer nada. Ia fazer um café pra ele, depois eu voltava a dormir.
- Se troca, vou fazer algo para você comer.
- Obrigado amor. Mas eu como na rua mesmo. Volta da dormir.
- Não.
- Tudo bem.
Ele pegou suas roupas e se trocou. Ele até passou gel no cabelo. Descemos. Eu sabia que ele não gostava de café. Então pensei em fazer um chá pra ele.
- Você quer chá?
- Pode ser um suco mesmo.
- Ta.
Abri a geladeira e encontrei suco de laranja, de caixinha. Peguei o suco e coloquei no copo, entreguei para ele. Pensei no que eu ia fazer pra ele comer, lembrei que a Miranda disse algo sobre ele amar misto quente. Pronto, ia ser misto quente. Peguei o pão de forma e frios. Fiz o misto dele e dei para ele comer.
- Pronto amor.
- Obrigado linda.
Ele me deu um Celinho e começou a comer. Eu estava ansiosa para saber se ele tinha gostado.
- Hum. Que bom amor.
- Gostou? – falei feliz.
- o melhor que já comi.
- Hum. Que bom amor.
- Já pode casar. – Brincou ele.
- Só se for com você.
- Há pode ter certeza que vai ser.
- Eu sei que vai.
- Vem aqui. – Ele estendeu a mão para mim.
Segurei sua mão e ele me puxou para seu colo. Eu o abracei. Ele fez carinho no meu cabelo e suspirou. Eu sabia que ele tinha que ir.
- Você tem que tem que ir? – perguntei já sabendo a resposta.
- Desculpe. Não quero te deixar. Mas é necessário.
- Eu sei.
Eu vi que ele estava triste. Então passei a mão em sua linda face.
- Volta logo para mim. – Falei dengosa.
- Sempre.
Ele me beijou amorosamente e eu retribui da mesma forma. Depois ele me abraçou bem forte, e eu me senti muito segura.
- Eu te amo. – Falou
- Eu também amo você. Muito, muito, muito mesmo.
Eu amava dizer pra ele o quanto eu o amava. Apesar de palavras não serem o suficiente para dizer o quanto eu o amo, eu gosto de dizer.
ai amor. Você vai se atrasar.
- Você tem razão. Assim que acabar eu volto correndo.
- Ta.
Sai de seu colo, fomos abraçadinhos até a porta. Eu abri a porta e olhe- V i para ele.
- Boa reunião.
- Orbigado. Vai dormir agora em.
A concerteza eu iria. Estava morta de sono.
- Ta bom.
- Amo você.
- Também.
Ele me beijou, se virou e foi embora. Derrepente um vazio enorme me atingiu. E me deu uma enorme vontade de sair correndo atráz dele. Coloquei a mão no coração. Fechei a porta, tirei as coisas do Rob da mesa e coloquei na pia. Eu já estava morta de saudades dele. E me deu uma vontade de chorar. Credo, eu estava muito sentimental. Daqui a algumas horas ele estará de volta, e eu vou poder abraçar e beijar ele. Mas algo lá no fundo do meu coração me dizia que não ia ser bem assim. Mas tirei esse pensamento da cabeça. Subi as escadas e fui pro quarto da minha tia. Como meu tio estava viajando eu ia pedir pra ficar lá com ela. Abri a porta com cuidado. Subi na cama dela e a chacoalhei delicadamente.
- Tia.
Ela acordou.
- Oi Kris. O que foi?
- Posso dormir com você? O Rob foi pra reunião e eu fiquei com saudades dele.
- Ow, meu amor. Claro que pode dormir aqui. Vem entra aqui.
Eu entrei de baixo das cobertas com ela, ela me abraçou. E nós dormimos. Quando acordei era 8:30 da manhã. Todo mundo já tinha acordado. Menos o Max. Eu desci, dei bom dia pra Nich e pra minha tia.
- Kris, vai chamar seu primo?
- Ta bom.
Eu subi as escadas e fui até o quarto do Max. Deitei na cama dele.
- Max. Max!
- Oi Kris.
- Bom dia.
- Bom dia.
- A tia mando eu vir te chamar.
- Vamos lá!
Descemos as escadas brincando. Tomamos café da manhã. Depois eu fui pro quarto e fiquei um tempinho deitada com a Nich e o Max. Minha tia tava lá embaixo arrumando algumas coisas. Assim que eu ouvi a campainha tocar desci correndo. E vi o Rob
- Rob! – Falei
Mas eu pisei em falso e cai da escada. Eu não vi nem ouvi mais nada...
Senti água em eu rosto e despertei. Mas não totalmente. Abri um pouco os olhos.
- Amor, se está me ouvindo, aperta minha mão. – A voz dele estava desesperada.
Eu a apertei, com muito sacrifício.
- Rob.
- Eu vou te levar pro sofá.
Eu senti uma dor insuportável na minha coluna.
- NÃO! – Berrei e chorei ao mesmo tempo. A dor era muito grande.
- Kristen, o que foi?
- Me leva pro hospital. AGORA! HÁ! – Berrei
- Onde dói?
- Minha coluna, Rob a dor é insuportável. Por favor. Me leva! CORRE!
- Pega meu carro. – Falou Max.
- Você dirige. Eu vou atrás com ela.
- Tudo bem.
Eu não estava mais agüentando a dor. Robert me pegou no colo, com muito cuidado. Doeu ainda mais quando ele fez isso. Mas ele tinha que me pegar pra me levar. Eu não ia conseguir ficar andando até o carro. Encostei a cabeça em seu ombro e chorei.
- Cauma amor. – falou beijando minha cabeça.
Como eu ia ter calma. Aquilo doía mais que qualquer dor que já tive na vida. Na verdade a pior dor que já senti na minha vida foi pensar que perdi o Robert. Mas essa estava muito ruim. E estava quase tão perto quanto a outra dor.
- Amor, rápido.
Ele me levou pro carro. Me deixou deitada em seu colo.
- Rob massageia minhas costas. Doi muito.
- Não posso amor. Se eu mecher eu posso machucar ainda mais.
Eu não sabia um modo da minha dor aumentar. Ele encostou minha cabeça em seu peito. Ele fazia carinho em mim. Eu chorava muito, e gritava também. O Robert estava muito preocupado, eu pudia sentir isso.
- Aperta minha mão amor.
Eu apertei bem forte. Mas logo chegamos no hospital. Grassas a Deus.
- Pronto, amor, chegamos. Fica calma.
- Fica com ela no carro. Eu vou chamar a enfermeira.
- Ta. Pode deixar.
Eu chorava. Ele ficava fazendo carinho na minha cabeça. , como ele era carinhoso. Mas senti que ele estava preocupado. Max e os enfermeiros logo chegaram. Ele abriu a porta. Eu estava agarrada no braço do Robert. Os enfermeiros me tirar do carro, me colocaram na maca. O Max e o Rob nos acompanharam. Então chegamos na porta de raio- X.
- To te esperando aqui. Fica tranqüila. Eu te amo. – falou o Rob me dando um beijo na cabeça.
Eu entrei na sala, lá me fizeram alguns exames, algumas vezes eu sentia falta do Rob, e, sem perceber, falei algumas vezes seu nome. Demorou um pouco. Depois eu fiquei esperando um pouco. O médico chegou e falou:
- Olha Senhorita Stewart, você não teve nada fraturado.
- Então por que dói tanto?
- Porque você bateu. Inflamou um pouco, mas nada que um remedinho não resolva. Eu vou te dar um remédio agora, depois você pode voltar pra casa sem dor. Mas eu vou te dar um remédio que na hora você vai ficar com sono. Mas fica tranqüila. Você vai estar em um quarto. E assim que você acordar você pode ir embora.
- Ta, tudo bem.
Me levaram para o quart e me deitaram na cama, depois entrou uma enfermeira e me deu um comprimido.
- Quem é Robert? – Perguntou o médico.
- É meu namorado.
- E onde ele está?
- Lá fora me esperando. – Logo bocejei.
Então não falei ou ouvi mais nada. Apenas dormi... Quando acordei senti uma mão fazendo carinho em meu cabelo. Logo percebi que era o Robert, pela eletricidade que senti. Abri os olhos e vi o rosto mais lindo desse mundo. Eu sorri para ele.
- Oi amor. – Falou – Você ta bem minha linda?
- To sim meu amor. Só to com fome.
- Vou chamar o médico e depois compro algo pra você comer.
- Ta bem.
- Eu te amo. – falou beijando minha cabeça.
- Também.
- Max, eu vou ir lá. Fica com ela.
- Ok.
Rob saiu do quarto. Eu suspirei e fechei o olho. Mas logo Rob voltou com o médico. Ele me examinou.
- Está tudo bem com a senhorita. Agora vai para casa e vai ficar dois dias de repouso absoluto.
Lembrei-me do casamento da Nikki.
- Daqui a quatro dias teremos um casamento e somos os padrinhos. Vou ter algum problema?
- Não. Só não se esforce muito.
- Mas um dia antes eu vou para Los Angeles. Moro lá e o casamento também é lá.
- Olha o ideal é você ficar de repouso, mas no avião você vai ficar sentada. Não tem problema.
- Tudo bem.
Deram-me alta e saímos do hospital, chegando em casa Robert me pegou no colo e entramos. Minha cabeça estava deitada no ombro do Rob. Minha tia e a Nikki vieram falar com a gente.
- Kisten, Kisten! – A Nicholly chamou.
- Oi Nich. – falei.
- Vou levá-la para o quarto.
- Ok.
Ele subiu e me deitou na cama. Eu estava meio carente. Sei lá, mas precisava dele perto de mim.
- Fica comigo? – perguntei já sabendo a resposta.
- Fico. Só vou ver se a comida está pronta.
- Ta bom.
Peguei meu Mp4 que estava encima da mesinha de cabeceira e fiquei ouvindo. Fechei os olhos e fiquei assim. Abri os olhos quando senti a Nich do meu lado. E com comida junto.
- Kisten vamos binca de adoieta?
- Vamos sim.
Ficamos brincando, até que o Rob apareceu na porta e falou:
- Nicholly? Vem aqui.
Ela foi até ele. Ele deu a mão para ela e a levou do quarto. Logo ela voltou com uma única rosa-vermelha na mão, subiu na cama e falou:
- Kisten, o Obet deu pla mim da pla voxê.
- Ow fofinha, brigada.
Eu a abracei.
- Mas eu também tenho um presente pra você! – falou Rob.
- E qual? –perguntei ansiosa.
Ele me deu uma caixinha.
- Espero que goste.
Eu abri a caixa e dentro tinha uma pulseira de ouro. Na pulseira tinha um coração com a letra “R” escrita nele. A coisa mais linda que já vi na minha vida!
- Nossa, amor, que lindo. Eu amei. Obrigada. Mas isto é ouro? Deve ter saído muito caro. Não precisava.
- É ouro sim. Nem saiu tão caro. Você gostou?
- Eu amei. Não vou mais tirar. Coloca pra mim?
- Claro.
Coloquei a pulseira e segurou o coração.
- Esse é meu coração pra você. Tem até um “R”.
Nossa aquilo me emocionou. Como eu o amava.
- Ow, amor. Obrigada, pelos dois.
Eu sentei no colo dele. O abracei e o beijei. Um beijo bem apaixonado. Mas ele se afastou. E eu fiquei confusa.
- Nich. – Ele me lembrou.
- Verdade.
Sentei-me na cama.
- Fome, Fome! – Disse a Nich pulando na cama.
- Vamos comer. – O meu amor falou.
O Rob pegou a Nicholly no colo e deu comida pra ela... Comemos e depois minha tia trouxa pudim de chocolate. A Nich ficou o tempo todo no colo do Robert.
- To cum xoninho. – A Nich falou bocejando e coçando o olho.
A coisinha mais fofa que eu já vi.
- Pode durmir no meu colo. – o Rob falou.
Ela se agarrou na camisa dele e dormiu.
- Vou levar a Nich pra cama. Já volto. – falou.
- Ta.
Ele saiu e eu entrei embaixo das cobertas. Logo ele estava de volta. Eu tava louca pra ficar abraçadinha com ele. Mas era impossível, com a Nich acordada.
- Vem aqui comigo. Quero namorar um pouquinho. Agora que a Nich durmiu, vou tentar ficar com meu namorado.
Ele sorriu e veio para debaixo das cobertas comigo. Nós nos abraçamos e ficamos nos beijando. Ele passava as mão embaixo da minha blusa, fazendo queimar onde tocava. Mas toda hora ele bocejava. Eu comecei a rir.
- O que é engraçado? – perguntou sorrindo e fazendo carinho no meu rosto.
- Você. Está morrendo de sono. Deita e vamos dormir. Um pouco.
- Hã, mas eu ainda não matei a saudade.
- Nós teremos anos e anos para matar a saudade. Porque agora nós nunca vamos nos separar.
- Não mesmo.
Nós deitamos abraçadinho e dormimos. Eu senti umas dores agudas na coluna. Tentei esquecê-las, mas eram fortes. Então acordei o Rob.
- Oi amor. O que foi?
- Ainda ta doendo?
- Começou agora, acordei por causa da dor.
- Quer ir pro hospital?
Balancei a cabeça que sim. Tadinho, acordo cedo e ainda tem que ficar me levando pro hospital. Deve estar morrendo de sono. Eu o abracei, triste por ter que acordá-lo. Ele tava dormindo tão gostoso.
- Desculpa ter te acordado. – falei dengosa.
- Oh amor. Não é nada. Você pode me acordar sempre que quiser. Por qualquer coisa.
Sem interromper o abraço eu coloquei a cabeça no obro dele. Ele era sempre tão fofo. Como eu o amo. Não posso viver mesmo sem ele. Nunca, jamais.
- Deixa-me pegar um casaco pra você.
- Ta.
Ele saiu da cama, pegou o casaco e me ajudou a colocar.
- Amor pega minha fitinha de cabelo?
- Ta bom.
Ele pegou a fitinha e me entregou. Quando fui pegar o cabelo doeu ainda mais, então eu desisti.
- Deixa pra lá. – falei.
- Quer que eu prenda para você? – perguntou afagando minhas costas.
- Por favor.
Mas será que ele sabia... Eu lembrei de uma vez que meu braço estava quebrado e mandei Michael prender meu cabelo. Nossa ficou horrível. Rob logo acabou.
- Prontinho amor. Você está linda.
- Brigada.
Fui até o espelho. Cara ele prendia melhor que eu. E ele nem usou pente. Ele era perfeito mesmo.
- Nossa amor. Parabéns. Prendeu direitinho.
- Já prendi muito cabelo da minha irmãzinha.
- Há ta. Ai! – Minha coluna tava doendo muito.
- Vem.
Eu coloquei a sapatilha e me levantei. Tava doendo pra caramba. Que droga! Fiquei fazendo cara de dr ao andar. Rob abriu seus braços. Eu não entendi por que ele fez isso.
- Que foi? – perguntei confusa.
- Vem no meu colo.
- Daquele jeito dói mais, porque você encosta e pressiona.
Ele colocou meus braços em volta de seu pescoço e me tirou do chão. Eu cruzei minhas pernas em volta de sua cintura. Assim até que não doía tanto.
- Assim dói? – perguntou.
- Não. Ta doendo, mas não tanto.
Ele deitou minha cabeça no ombro dele. Eu fiquei mexendo na parte de traz do cabelo dele. Eu sabia que ele gostava quando eu fazia carinho nele. Descemos as escadas e o Rob falou:
- Max, a coluna da Kris ta doendo. Vamos levá-la pro hospital?
- Ok. Só vou colocar um casaco e avisar minha mãe.
- Ta bom.
Derrepente me deu uma pontada de dor bem forte.
- Rob ta doendo. – choraminguei.
- Calma Kris. Calma.
Eu choraminguei de novo. Ele roçou a bochecha na minha e eu beijei seu pescoço, carinhosamente. Ele tava sendo tão fofo. Era todo preocupado. Como eu amava ficar com ele. Eu me sentia segura. Então Max chegou.
- Vamos.
Ele levou-me até o carro e me sentou no banco traseiro. Ele veio comigo. Me abraçou e ficou fazendo carinho em mim. Chegando no hospital ele me pegou no colo e me levou pra dentro.
- Doutor. – ele chamou.
Correu até ele.
- Olá. Ela caiu de novo?
- Não. Mas está sentindo dores.
- Vou pedir uma cadeira de rodas para ela. Vou fazer outro exame de raio x. Casa haja alteração. Ela estava de repouso?
- Nós estávamos dormindo, no quarto, quando ela me acordou dizendo que estava com dor na coluna. Então trouxemos ela pra cá.
- Ok, eu já volto.
O médico saiu e de novo uma dor aguda me atingiu. Eu agarrei o pescoço do Rob. Tadinho, eu tava com dor e ficava machucando ele também.
- Calma amor.
O doutor chegou com a cadeira e ele me colocou nela com muito cuidado. Eu segurei seu mão, com a outra mão ele fez carinho no meu rosto. Rob, Rob. Sempre carinhoso.
- Vamos. – falou o médico.
Eu balancei a cabeça que sim. Rob me deu um Celinho. O médico me levou. Ele fez uns exames de raio-X e tava tudo bem. Só estava doendo, por causa da batida mesmo. Depois mandou um medicamento pra mim tomar de 6 em 6 horas. Saímos da sla e eu fui correndo pro braço do Rob. Queria ficar com meu amor. Ele me abraçou também e eu descansei a cabeça no peito dele.
- E então doutor? – perguntou.
- Ela está bem. Mas passei um remédio para ela. – eu o entreguei a receita. - Vai doer um pouco. Mas como falei: não é nada.
- Tudo bem. Eu vou agora comprar o remédio. Obrigado, Doutor.
Ele apertou a mão do médico e voltou a me abraçar. Fomos para o carro. Paramos para comprar o remédio, depois voltamos para casa da minha tia. Ele me deu o remédio e me levou pra cima. Deitei debaixo das cobertas. Minha tia trouxe um lanche pra comermos.
- Liga a tv amor? – Pedi.
- Claro.
Ele pegou o controle e ligou em um filme.
- Como chama esse filme mesmo? – perguntou.
- As crônicas de Nárnia, o Leão, a feiticeira e o guarda roupa.
- Você gosta?
- Sim. E você?
- Sim.
Nós deitamos abraçadinhos, ele ficou fazendo carinho em mim e eu na barriga dele. Dei vários beijinhos em sua barriga e em sua mão.
- Obrigada, amor. – falei.
Eu tinha que agradecer por tudo que ele fez por mim.
- Deixa de ser boba minha linda.
Minha tia entrou batei na porta e entrou.
- Quer que eu traga o jantar pra vocês?
- Eu quero descer. – falei.
- Amor você tem que ficar de repouso.
- Só pra jantar.
- Ta bom.
Jantamos. No dia seguinte ele foi até o hotel em que estava hospedado para cancelar a conta dele. Já que a minha tia o convidou para ficar na casa dela. Ficamos brincando com a Nich, e claro ele ficou o tempo todo cuidando de mim. E então o dia de partir chegou...

ta otimo
ResponderExcluircontinua logo to ansiosa
parabéns!! mtoo bom... =D
ResponderExcluirmas qdo tem o próximo???
to ansiosa... =[