terça-feira, 30 de março de 2010

FanFic... Cap. 37

37- O amor vence tudo.

Ele estava lindo! Perfeito na verdade. O cabelo bagunçadinho. Mas ele estava com cara de cansado.

- Oi Kris. – Falou ele.

- Oi Rob.Eu não me agüentei. – haaa.

Eu me joguei em seus braços. Como eu sentia falta daquele abraço. Sentir seu cheiro. Eu me senti segura novamente. Eu nem acreditava que estava nos braços dele. Eu não queria, mas o soltei. Tinha que dar espaço pra ele. Eu não sabia se ele queria me abraçar tanto como eu queria abraçá-lo.

- Não. – Ele me abraçou novamente. Ele foi me beijar e eu lembrei dele beijando aquela vadia. Virei a cara. Ele beijou meu rosto. – O que foi?

- Nada. - Nada o caramba.

- Por que você virou a cara?

- Desculpa. É que é dificio aceitar o fato que você estava beijando outra.

Ops. Falei de mais. Não era pra ter falado dela. Droga Kristen. Você tem que estragar tudo.

- Krist...

- Eu sei, não foi sua culpa. – o interrompi. – Tudo bem. Mas prefiro primeiro esquecer. Daqui apoco. Pode ser?

- Ta. – Ele suspirou. Fiz carinho em sua linda face. Tadinho.

- Entenda. É difíciu para mim.

- Tudo bem, amor. Eu entendo.

- Obrigada pelas flores. Minha tia ficou maravilhada com as palavras. E a Nicholly pegou uma flor e arrancou pra ela. – Rimos. – Até que fim ela dormiu. Ela não me solta um minuto.

- Todo mundo te ama. Mas ninguém ama mais do que eu. – Sorriu.

Que saudades de ver aquele sorriso, lindo. Ow como ele era fofo.

- Eu amo mais.

- Ama nada.

- Amo sim.

- Não ama. – Sussurrou chegando mais perto de minha boca. Olhou para mim avisando com os olhos. Nossos lábios se tocaram. Eu não percebi mais nada. Só aquela eletricidade percorrendo meu corpo todo. Ele me levou pra dentro, me jogou na cama. Eu me grudei nele. Mas lembrei de uma vaca... Ela tinha que ficar na minha mente. Por que? Que droga! Eu o empurrei.

- Hoje não. –Falei.

- Por que não? Eu estou com saudades.

Como é? Ele estava com saudades de sexo? Ele não estava com saudades de mim. Era de sexo! Como ele era idiota.

- É disso que você está com saudades, Robert? Sexo? É isso? –falei irritada.

- Claro que não, Kristen. Estou com saudades de você! De te ter em meus braços, de ter teus lábios nos meus e de te amar também. Mas o que eu mais sinto falta é de você, de seu sorriso, de sentir seu carinho. É disso. Não é apenas sexo, Kristen. Eu te amo.

Eu estava sendo um pouco injusta também.

- Também sinto sua falta. Mas agora não. Pode até ser amanhã, outro dia, mas ainda não da. Eu não vou conseguir.

- Ta bom né. Então vem aqui. – Ele me puxou para seu colo. Eu tremi, eu tava tão feliz de estar com ele que nem percebi que estava frio. Mas agora eu me conscientizei disso. Tava muito frio. – O que foi?

- Estou com um pouco de frio. – Falei. Um pouco nada.

- Eu pedi chocolate quente. Vamos tomar.

- Ta, mas antes que você me agarre de novo e eu me esqueça. Aqui estão as capas. – Eu entreguei a pasta com as capas para ele.

- Obrigado amor. – Ele me deu um Celinho. Pegou o chocolate quente e algumas coisinhas pra gente comer. – Entra debaixo da coberta amor. – Falou. Eu entrei.

Ele me entregou as coisinhas. Como ele era fofo. Ele até decorou o que eu gostava, de guloseimas. E pediu tudo... Ai que lindo,

- Obrigado Robert. Você até já sabe o que eu gosto.

- Claro que sei. Pedi algumas coisinhas que sei que gosta pra gente comer. Só que não pedi seu sorvete desta vez. – Rimos juntos. Foi tão boa aquela viajem.

Ele entrou debaixo das cobertas comigo. Passou seus braços em volta de meus ombros, Eu me aconcheguei mais nele. Era tão bom saber que tudo era como antes. Eu estava morrendo de saudades de ficar assim com ele. Ele virou o meu rosto para ele. E me beijou apaixonadamente, e eu retribui da mesma forma. Depois tomamos chocolate e comemos.

- Kristen?

- Oi Amor?

- Te devo um pedido de desculpas.

- Ta desculpado. Apesar de eu saber que não sua culpa. Posso ver em seus olhos. Eu te amo.

- Também te amo.

Meu celular tocou.

- Alô?

- Oi Kris. – falou minha tia.

- Oi tia.

- Tudo bem?

- Ta tudo bem.

- Onde você está?

- Estou aqui com o Robert.

- Vocês fizeram as pazes?

- Sim, fizemos.

- O que você acha de trazer ele pra jantar?

- Levai ai? Pra jantar? Ta. Eu levo. Se ele quiser eu levo.

- A Nicholly não para de chorar que quer você. – Ela rio.

- A fala pra ela parar de chorar. Fala que jaja eu estou ai. Mas tia, não sei quanto tempo vou ficar aqui.

- Há tudo bem. Fique ai com seu amado. Beijo

- Outro.

- Te amo, tchau.

- Também te amo. Tchau.

Desliguei.

- Quem era amor?

- Minha tia. Ela ta chamando você pra jantar com a gente hoje. Você vai?

- Claro. – Ele deu o sorriso torto que eu amava.

- Ai amor, eu senti tanto sua falta. Eu não sei como tive coragem de ficar com raiva de você. Mas agora essa história morreu. E tudo vai ser como antes. Você é o amor da minha vida.

- Eu também senti. Sim, tudo vai ser como antes. Porque nosso amor supera tudo.

Ai como ele era fofo... Eu o amava tanto. Realmente nosso amor supera tudo!

- Concerteza. Eu te amo.

- Eu também. Quer dormir hoje aqui comigo?

Era tudo o que eu mais queria. Mas eu nunca vejo minha tia e meus primos, e aposto que a Nicholly teria um chilique se eu não dormisse na casa dela. Mordi o lábio. Espero que ele não me entenda mal...

- É melhor não. – falei.

- Por que Kristen? Essa história não morreu?

- Sim. Mas não é por isso.

- Então é por que?

- Por causa da minha priminha. Ela não me larga, agora pouco ela acordou e ta chorando porque eu não estou em casa. E logo, logo nós vamos voltar para Los Angeles, daí a gente fica junto.

- Hum. Eu to com tanta saudade de dormir com você.

Ai tadinho. Eu também queria dormir com ele.

- Ow, eu também to, Rob. Mas nem tudo é do jeito que a gente gosta.

- Eu sei. Mas... Haa, Amor. – Ele reclamou.

Nossa como ele tava reclamão! Ele nunca fora assim.

- Você anda muito reclamão, Robert. Você nunca foi assim.

- Há Kris. Se a gente não tivesse ficado tanto tempo longe eu até concordaria. Mas a gente está muito tempo longe.

Coitado ele sentiu tanta falta assim de mim? Mas eu também queria ficar com ele. Mas agora a gente tinha todo tempo do mundo pra ficar junto. E eu tinha que ficar um pouco com minha tia e meus primos. Minha tia ficaria muito magoada se eu não dormisse na casa dela.

- Eu sei, Rob. Eu quero ficar com você tanto quanto você. Mas eu também nunca fico com minha família. Agora estou com minha tia. Outro dia nós dormimos juntos.

- Ta bom. – Ele falou bravo e fez bico.

- Posso ligar a tv?

- Pode. – falou bravo.

Ele tirou a os braços de mim. Liguei a tv. Depois voltei para pertinho dele, ele estava de cara emburrada. Há ele ia ficar assim agora?

- Amor. Você não vai ficar com essa cara emburrada ne?

- Vou.

Pensei em um apelido carinhoso para ele. Sem ser esses que eu já uso. Robzinho. Perfeito.

- Há Robzinho. – Ele fez uma careta. – Não fica bravo vai.

Ele fez bico. Passei os dedos no lindo biquinho dele. Eu tirei o dedo. Fiz um biquinho também e encostei meu biquinho no dele. Ele me surpreendeu, me agarrando e me jogando na cama. Ele tirou o meu casaco e eu tirei o dele. Então veio a imagem daquela vaca de novo. Que droga! Parei.

- Rob...

- Haaaa... Ta bom Kristen. Que droga.

- Robert, por favor. Se você continuar com essa chatura eu vou ir embora.

- Ta desculpa. Eu não sei o que deu em mim. Eu acho que estou nervoso com amanhã.

Fiz uma massagem rápida nas costas dele.

- Fica tranqüilo, amor. Você vai se sair muito bem. Confio em você.

- Humm... – suspirou. – Que delicia sua massagem.

A ele gostou... Descobri mais uma coisa que posso fazer pra agradá-lo. Ele tava mesmo muito tenso. Eu tava sentindo isso. E se ele gostou da massagem eu vou fazer mais nele... Mas de um jeitinho um pouco mais provocativo... Deu-me vontade de rir quando pensei isso. Mas eu não o fiz.

- Deita de bruço. Eu vou fazer uma massagem em você. Vamos ver se você vai melhorar. Você ta muito tenso amor.

- É eu sei.

- Vai deita.

Ele fez o que eu mandei. Mas... Com ele de blusa não vai dar certo. Será que ele vai ficar com frio?

- Você está com muito frio, Amor?

- Um pouco, por que?

- É que eu queria tirar sua blusa. Vai ficar melhor pra fazer. A blusa atrapalha. Mas deixa

- Não. Pode tirar. Se eu sentir muito frio eu te falo.

- Ta bom.

Eu tirei a blusa dele. Depois me sentei no finalzinho da coluna dele. Comecei a fazer a massagem nele. Eu comecei a morder suas costas, pescoço, orelhas... Ele gemia. E isso me deu muito prazer. Mas eu senti que ele estava relachando...

- Amor, você está me deixando louco.

Falei bem perto de seu ouvido:

- Eu não tenho culpa. Estou tentando te fazer relaxar.

Suspirei e fiquei mais um pouquinho, mas meus dedos estava doendo, e ele devia estar com frio. Então parei. Sai das costas dele e sentei ao seu lado.

- Pronto, terminei.

Ele se sentou de frente para mim. Passei a mão em sua barriga. Ele estremeceu, se de frio ou de desejo ou não sei. Mas que eu estava morrendo de vontade de passar a mão em sua barriga sexy, a eu tava. Eu peguei a blusa dele e a entreguei pra ele.

- Toma Amor. Coloca a blusa. Não quero que adoeça.

- Obrigado pela massagem, Amor. Me ajudou muito.

Ele me deu um Celinho.

- Quer ver um filme?

- Hurum...

Deitamos juntinho embaixo da coberta. Ele ficou revirando os canais. Então eu vi que estava passando “Antes que termine o dia”. Falei:

- Para ae, amor!

- Quer assistir? – perguntou.

- Você quer?

- Se você quiser.

Mordi o lábio, ta eu queria. Mas não se ele queria...

- Eu sei que você quer.

Ele me puxou para se peito e deu um beijo na minha cabeça. Ele era tão fofo. Ficamos deitados abraçadinhos, assistindo ao filme. Eu chorei, é claro. Mas não foi só pelo filme, foi também porque eu lembrei do que ele me falou em Paris, quando assistimos esse filme. Foi tão lindo. Ele limpou minhas lágrimas, mas logo vieram outra. Desta vez ele não chorou. O filme acabou e ele me abraçou mais forte, eu fiz o mesmo.

- Eu te amo, Rob.

- Também te amo Kris. Você é a minha vida. E nunca mais nós vamos nos separar.

Ficamos nos abraçando e nos beijando... Ainda faltava muito para que aquela saudade que eu sentia dele acaba-se. Acho eu ela nunca seria morta, só estaria guardada para quando houvesse uma nova oportunidade dela aparecer. Mas isso nunca ia haver. Porque nós nunca vamos nos separar de novo. Assim espero. O celular dele tocou. Ele suspirou e pegou. Olhou no para o telefone e pensou um pouco, depois ele me entregou o telefone.

- Kris, é a Emily. Atende você.

Ai que droga! Aquela vaca tinha que estragar nosso momento? Por que ela não o deixa em paz? Eim? Por que? Por que? Haaa como eu a odeio! Queria matar aquela vadia. Fiquei emburrada na mesma hora.

- Amor, não fica assim. Eu estou pedindo para você atender. Atende e coloca no viva voz.

Peguei a porcaria do telefone e fiz o que ele falou.

- Alô? – Falei séria e irritada também.

- Rob? –ela perguntou com aquela vozinha irritante dela.

- Não te dei intimidade de me chamar de Rob.

- Nossa Rob. Que isso?

Eu já estava ficando irritada com aquela conversa. E ela o chamando de Rob também estava me irritando, e muito.

- O que você quer com o MEU Robert?

- Que eu saiba o MEU Robert estava comigo outro dia. – Aquilo me irritou profunda mente.

- Seu Robert o caralho. Ele é Meu. E foi você que o agarrou.

- Você que pensa queridinha.

- Emily não adiante você tentar nos separar. Nada, nem ninguém. Nem você com essas tentativas nojentas, vão nos separar. EU AMO A KRISTEN! Só ela! Mais ninguém. E quer saber? Você tem uma voz irritante e eu NÃO gosto de você! Nenhuma mulher nesse mundo é melhor que a Kristen. Mas todas são melhores que você. – falou ele, bravo.

Eu não estava agüentando. Eu precisava chorar. E não ia chorar com aquela merda de celular ligado. Então falei:

- Então sua vadia. É melhor você parar de encher o saco. Agora vou desligar porque eu tenho que continuar o que estávamos fazendo aqui. O que era mesmo? Há nos beijando. Como poderia esquecer?

Eu desliguei o telefone, devolvi o celular a ele. Ele o colocou na mesinha. Eu estava mais do que irritada, eu também estava triste, magoada, com raiva, ódio, dor, medo... Muito mais. Ele viu isso em meus olhos. Ele me puxou e me abraçou forte. Beijou meu cabelo, depois olhou para mim e eu nõ consegui mais segurar as lágrimas.

- Amor, o que foi?

- Haa Rob... – Falei chorona. - Ela. Ela está sempre no nosso caminho. Sempre.

Ele me colocou em seu colo. Deitei minha cabeça em seu ombro.

- Amor, ela não vai mais nos atrapalhar. Eu prometo.

Eu chorei mais ainda. Ele até poderia querer isso. Mas isso não vai mudar. Ela sempre vai estar ligando, ou armando contra nosso amor. E isso me dói. E dói muito.

- Mas ela fica te ligando isso também atrapalha. Eu não quero viver nesse inferno.

- Nem eu. Mas nosso amor vai passar esse obstáculo. Porque nosso amor é mais forte que qualquer coisa. E, aliás, eu te amo. Fica tranqüila, amor. Ela não vai mais nos atrapalhar. Mas você tem que ter confiança em mim. Porque você sabe de tudo o que ela é capaz de fazer.

- Eu sei. Mas é duro. Você vê o cara que você ama beijando outra.

- Amor eu não a beijei.

- Eu sei. Você entendeu o que eu quis dizer.

Ele me abraçou ainda mais forte.

- Tudo bem, amor. Eu sei. Mas tenha mais confiança em mim. Ok?

Ele tem razão, nosso amor vai passar essa fase... Eu tenho certeza. Eu senti tanta falta desse abraço dele. Agora eu podia me sentir segura de novo.

- Ta. Ai eu senti tanto a falta de seu abraço.

- Ow amor. Eu também senti. Eu não quero mais te soltar. Nunca mais.

- Então não solte. Porque eu não quero isso. Hum... Ta tão gostoso aqui no seu colinho.

- É? Então eu não vou mais fazer o convite que ia te fazer.

Que convite será eim?

- Que convite? Fala, Amor.

- Não.

- Fala. Por favor. – Eu fiz biquinho, queria muito saber. Dei um beijinho nele. – Fala.

- Eu ia te chamar pra gente sair um pouco junto. Não conheço nada aqui. Queria sei lá fazer algo. Mas se você preferir ficar aqui eu também aceito de bom grado.

Ow... Há eu sairia com ele. Apesar de que aqui no colo dele está muito bom. Mas eu quero passear com ele também.

- Hum... Vamos sair.

- Você quer mesmo?

- Sim.

Eu sai de seu colo, o casaco e o Tênis. Ele fez o mesmo. Depois foi até a janela e a abriu. Olhou para mim e falou:

Amor, vou pegar outro casaco pra você.

- Por que?

- Está muito frio pra você sair só com isso.

- Não ta não. Quando eu sai de casa isto dava.

- Mas agora o vento ta pior. Pode colocar uma jaqueta minha.

Ele pegou um casaco para mim e mais um pra ele. Se pegou luvas, cachecol. Ele veio até mim e entrelaçou nossas mãos. Saímos do hotel. Realmente estava muito frio. Credo! Eu já estava com um capuz, mas ele me colocou o da jaqueta também. Passou os braços envolta dos meus ombros. E eu passei os meus braços em sua cintura. Me senti mais quente, mas não tanto quanto eu gostaria. Eu ainda tremia. Ele beijou minha cabeça.

- Onde vo...o...cêee... qu...er... irr??? - Perguntei.

Ele passou a outra mão rápido em meu braço para ver se aquecia. Agente estava emboladinhos.

- Onde você me levar.

Eu tava louca pra ir na loja de ursinhos de pelúcia que tinha aqui perto, fomos até lá. Eu parei na vitrine e vi o burrinho do Pooh grande. Eu sempre quis ter um daquele.

- Oww que fofo. Se eu tivesse dinheiro eu comprava.

- Por que você não faz uma coisa melhor?

- Tipo?

- Pede para seu namorado. Vai que ele resolve te dar?

- Hum... Boa idéia. Eu acho que vou pedir pra ele. – brinquei. - Não, Rob. Não vou te pedir isso.

Era muito caro. 100 dolárs. Era muito.

- Em por que não?

- É muito caro, Robert.

- Não é não.

- 100 dólares não é caro?

- Kristen. Pelo amor de deus né. Você acha que vou recusar te dar um bichinho e pelúcia só porque é 100 dólares? Entra logo na loja.

Entramos na loja. Eu fiquei reclamando, eu não devia ter dito nada pra ele. Ele tampou minha boca.

- Amor, cala a essa sua boca gostosa. Eu já comprei o urso para você. Agora trate de aceitar isso e parar com todo esse falatório. Por favor.

- Obrigada. Adorei o presente. Mas ainda acho...

- Kristen.

- Desculpa.

Eu o abracei bem forte, grata pelo presente. Ele era tão fofo. Ele pegou o presente e me abraçou com a outra mão. Eu o abracei novamente. Ele me deu um Celinho e saímos da loja. Ele me apertou, por conta do frio. Entramos em uma cafeteria.

- Vamos tomar algo quente. Está muito frio. – Falou.

- Eu quero chocolate quente.

- Eu também. O que você quer comer?

Eu não sei o por que, mais eu fiquei com um pouco de vergonha de pedir um pão de queijo. Mas num sei por que. Eu nunca fiquei assim com ele. Sempre pedi tudo o que eu queria. Eu não sabia se era por causa do tempo que fiquei longe dele, ou se comecei a tomar vergonha na cara. Mas eu tava com vergonha.

- Nada.

- Fala.

- Num quero nada, amor.

- O Kristen, pegou bobeirou?

- Como assim?

- Ficou com vergonha de pedir as coisas pro seu namorado agora?

- Não, Amor. Éh... Há. Não sei.

- Pelo amor de deus Kristen. Você nunca foi assim.

- Ta. Desculpa. Mas é que é muito tempo sem você. Então eu vou querer um pão de queijo.

- Dois chocolates quentes e dois pães de queijo.

Ele levou minha sacola de presente até uma mesa e depois veio até mim, me abraçando por traz. Eu fiz carinho em suas mãos e braços. Ele beijou minha nuca, aquela eletricidade que percorria meu corpo sempre que ele tocava em mim apareceu. A mulher nos entregou nosso pedido, fomos até a mesa. Ele colocou minha cadeira bem pertinho da dele, tomando chocolate ficamos abraçadinhos quente e pão de queijo. Eu já não estava com tanto frio, como antes. Nós nos olhamos e nos beijamos. Eu não cansava de beijar aquela linda boca. Terminamos de comer e andamos um pouco mais, só que logo nós voltamos pro hotel.

- Amor? – Chamei enquanto deitávamos abraçados na cama.

- Sim? – perguntou fazendo carinho em meu rosto.

- Minha tia falou pra gente ir lá às 19 horas.

- Há tudo bem. Amor, que tipo de coisa que sua tia gosta?

Minha tia tinha muita pulseira, eu sabia que era o que ela mais gostava. Mas não intendi por que ele perguntou isso.

- Ela gosta muito de pulseira, por que?

- Porque acho que vou comprar um presente pra ela.

- Não precisa, Rob. Minha tia não liga pra essas coisas. Ela só quer que você me faça feliz. E isso você já faz.

- Tudo bem. Mas então vou levar para sua priminha. Qual o nome dela mesmo?

- Nicholly. Ela tem um ano e sete meses.

- Que lindo nome. Nicholly gosta de que?

Bem, eu sabia que a Nich era louca por bichinhos de pelúcia.

- Então antes de irmos para a casa da sua tia vamos comprar um brinquedo pra ela.

Eu sabia que a Nicholly iria amar ganha presente, mas eu não ia fazer o Rob ficar gastando dinheiro com isso.

- Não precisa, amor. Minha família não vai te cobrar um presente para te aceitar. Eles vão te aceitar pelo que você é.

- Eu sei, Amor. Mas eu quero dar um presentinho para sua prima.

- Tudo bem. Continuo achando desnecessário. Mas se você quer.

- Quero sim. Mas o que mais quero fazer agora é namorar mais um pouquinho. O que você acha?

- Humm... Perfeito. - Eu ri.

- Vem aqui.

Ele abriu as pernas e me encaixou nelas. Depois me abraçou por traz, Eu virei o rosto e o beijei. Ele me retribuiu o beijo com uma paixão enorme. Ficamos um tempão assim. E então ficamos nos acariciando. Como eu senti falta de ter o amor dele, de dar amor pra ele.

- Amo você. – Falou.

- Eu também amo você, Rob.

- Nós estamos mais melosos que o normal. – Riu.

Era verdade. Mas também quanto tempo nós estamos um sem o outro.

- É verdade. Mas também a gente ficou muito tempo um sem o outro.

- É. Mas ainda não matei a saudade.

Sabe eu acho que agora estava na hora de assumir nosso namoro para todos. Até mesmo para as pessoas da empresa. Nós podiamos fazer isso no casamento da Nikki. Ia ficar perfeito. Será que ele vai querer?

- Sabe o que eu estava pensando? – perguntei.

- O que, gatinha?

Nossa ele nunca me chamara assim. Foi até meio estranho.

- Gatinha?

- Sim. Você é minha gatinha. – falou sorridente. Sorri, gostei do apelido.

- Hum... Bom, é gatinho. –Ri. – eu pencei da gente assumir o namoro, no dia do casamento da Nikki. O que você acha, amor?

- Ai, amor. É ótima sua idéia.

Ele me abraçou bem forte, cheirou meu cabelo. Eu deitei a cabeça em seu peito e peguei no sono... Acordei com o Rob falando:

- Kris, Amor? Acorda.

Eu tava com sono, mas só não fiquei irritada por estarem me acordando, porque quem o estava fazendo era o meu lindinho. Abri os olhos e me espreguicei.

- Que bom acordar e olhar você. – ele dorrio, feliz.

- Já são 18:25. Vamos.

Eu levantei e a nós saímos. A gente estava abraçadinho. Fomos Ana loja de ursinhos de pelúcia e compramos um cachorrinho que vem com caminha. Fomos para casa da minha tia. Chegando lá eu toquei a campainha e o Rob e eu ficamos agarradinhos. Minha tia atendeu, a Nich estava no seu colo, chorando.

- Kisten, Kisten. – a Nich estiava seus bracinhos para mim.

- Oi Bebe a Kris ta aqui.

Ela me abraçou e logo parou de chorar.

- Deixe que eu lhes apresente. Tia esse é o Robert, meu lindo. Amor, essa é a minha tia Ana.

- Prazer Ana. – Rob, cavalheiro como sempre, beijou a mãos de minha tia.

- O prazer é meu.

- Eu, eu. – Falou a Nich para mim.

- Rob essa é a Nicholly minha priminha linda. Nich esse é o Robert, o namorado da Kristen.

Ela ofereceu a mão pro Rob, como ela era fofa, ele pegou dia mãozinha e deu um beijinhos nela.

- Prazer, Nicholly.

- Paze, Obet. – Que fofa... Obet. Rsrs Rimos.

- Entrem. – Falou minha tia.

Entramos e fomos para sala.

- Sente-se. O jantar está quase pronto.

- Obrigado. Mas tenho um presentinho para a Nicholly.

- Pesenteee! – Ela bateu palminhas.

- Há Robert não precisava.

- Faço questão.

- Oi. – Falou meu primo Max, descendo as escadas.

Rob levantou e tocou a mão de Max.

- Prazer. – Falou

- Prazer é meu.

- Pesente, pesente. – A Nicholly batia palmas.

- Vamos ao seu presente. – Rob falou animado.

- Ebaaa!

Ele pegou o presente e tirou da sacolinha. Entregou a ela, ela o apertou e falou:

- Fofinho.

Ela puxou a fitinha com o maior cuidado. Abriu o embrulho, olhou dentro do saquinho, depois enfiou a mão dentro dele, pegou a caminha, depois pegou o cachorrinho. Um sorriso enorme saio de seus lábios. Ela abraçou o cachorrinho.

- Lindo! Meu au, au. Vem com caminha. Ebaaaa!!!

- Como se diz Nich?

- Bigadu! Eu amei o pesente.

Ela esticou os braços para o meu Rob, ele a pegou. Ela deu um beijo e um abraço nele.

- A comida está na mesa.

Nós levantamos, a Nich ainda estava no colo do Rob. Nõ sabia se ele queria ficar com ela no colo, ou se queria me entrar ela, então eu estiquei os braços para pegá-la. Ela gesticulou com a cabeça fazendo um não.

- Colo do Obet.

- Tudo bem, amor?

- Claro.

A Nich abraçou o Robert, quando chegamos na sala de jantar ele a colocou na cadeirinha dela. Nós fizemos um brindo ao meu amor com o Robert. E comemos.

- Sobremesa? – Perguntou minha tia.

- Sim! – Todos nós respondemos.

Comemos pudim de chocolate. Depois voltamos para sala. A Nicholly só queria ficar no colo do Rob. Ela mandou eu e o Rob sentarmos no chão, e ela ficava pulando no meu colo e no colo dele. Foi engraçado. Brincamos com o cachorrinho que ela ganhou do meu lindinho, mas ela já estava ficando cansada. Ela pediu colo pro Robert, ele a pegou e sentou-a em seu colo. Ela deitou a cabacinha no peito do Rob e bocejou. Eu também estava um pouco cansada. Eu encostei a cabeça no ombro do meu amor, ele ficava fazendo carinho em mim e na Nicholly.

- Robert você daria um bom pai.

- Esse é meu sonho. Ser pai. Eu estava esperando a pessoa certa. E encontrei. – Ele deu um beijo na minha cabeça.

Eu fiquei feliz que ele achava que eu era a pessoa correta para dar um filho pra ele. E eu sabia que ele era o pai perfeito para meus filhos.

- Você está grávida? – Perguntou Max.

- Não!

Não que eu saiba. – Rimos.

- Não vou engravidar a Kristen. Não enquanto não estivermos casados.

- Isso quer dizer que vocês dois nunca... – Ele não terminou a frase.

- Já. – Falei. -Mas isso não quer dizer que ele vá me engravidar.

- hum.

- Amor eu vou indo. Já está ficando tarde e tenho que estar pronto para a reunião de amanhã. Você não vai ir dormir comigo mesmo?

- Não, Amor. Quero ficar aqui mesmo.

Ele fez um biquinho lindo.

- Bom então eu vou.

Eu não queria que ele fosse, mas ele precisava ir. A Nich tava dormindo no colo dele. Ele passou os braços em mim e me beijou.

- Boa noite. Até amanhã.

- Boa noite, Amor. – Falei. – Até. E boa reunião. – Falei um pouquinho triste, sei lá quantas horas aquilo ia durar. E eu queria ficar com meu Rob.

Ele me abraçou mais forte.

- Já sinto sua falta. – Falou.

- Eu também.

- Eu te amo.

- Também. Muito, muito mesmo.

Ele me beijou de novo. E eu retribui o beijo com muito amor e carinho.

- Robert? – Minha tia pergntou.

- Sim?

- Durma aqui com a Kristen.

- Há não. Obrigado.

- Por que?

- Não precisa... Eu tenho que trabalhar amanhã. Eu vim aqui a trabalho.

Provavelmente ele estava envergonhado.

- Eu sei. Mas durma aqui com ela. Não há problema nenhum.

- Ela não quer dormir comigo.

- Quero sim. – Falei.

- Então está resolvido. Você dorme aqui com ela.

- Mas...

- Mas nada. Vai até o seu hotel, pega seu pijama e as coisas que você tem que levar para sua reunião. E volta para cá.

- Tudo bem. Mas não tem problema mesmo?

- Claro que não.

- Eba, eu vou dormir com você de novo! – falei feliz.

- Bom então eu vou até o hotel pegar minhas coisas para amanhã. Já volto.

- Tudo bem. – Disse minha tia.– Mas será que você poderia colocar a Nich no berço? Porque se não ela vai acordar e chorar...

- Há claro. Onde é?

- Eu te levo. – falei.

Eu o guiei até o quarto da Nich, ele a colocou no berço e eu a cobri.

- Ela é muito fofa. – sussurrou.

- É sim.

Ele olhou para mim. Eu passei os braços em volta de sua sintura, ele me abraçou bem forte.

- Te amo. – Falou.

- Eu amo mais.

- Atá.

Ele sorriu e me deu um beijinho de esquimó.

- Posso ir com você, amor? – Perguntei.

- Onde?

- No hotel pegar suas coisas.

- Claro amor. Mas que pergunta. – Nós rimos aos sussurros.

Ele me abraçou mais forte. Eu levantei a cabeça de seu peite e beijei seus lábios macis e reconfortante.

- É melhor irmos. – Falei.

- É sim.

Mas ele me apertou mais contra seu lindo corpo, perfeito. Ele pegou minha mão e descemos as escadas. Quando chegamos na sala o Rob passou o braço em meus ombros e eu passei os meus braços em sua cintura. Ele fez carinho no meu rosto e no meu cabelo, depois colocou em volta de mim. Ficamos bem juntinhos.

- Tia nós vamos até o hotel e já voltamos.

- Vai também Kris?

- Vou sim. Não se pode deixar um gato desses andando sosinho pr ai. Por que se não as sirigaitas ficam em cima. – Rimos.

- Fica tranqüila. O gato aqui não quer ninguém se ser a dona gostosa dele.

Agora rimos ainda mais. Ele beijou meu cabelo.

- Vamos, amor.

- Vamos sim.

Eu dei um Celinho nele. Saímos da casa, estava muito frio.

- Amo...o...r, eu to...o com muito fri...i...o.

- Toma. – ele tirou a jaqueta.

- Não amor. Fica com ela.

- Já ta chegando.

Logo eu fiquei mais quentinha.

- Sua família é muito legal. – Falou.

- Minha tia te achou um fofo. E a Nicholly te adorou.

- Ta mais quentinha?

- To sim.

Entramos no hotel. Pegamos o elevador, ele olhou malicioso para mim.

- Você ta pensando no que eu to pensando?

Lembrei do nosso beijo no elevador do meu AP. Sorri maliciosa. Ele me colocou contra a parede, me beijando ferozmente. Passou a mão por de baixo da minha blusa. O elevador abriu. Sem interromper nosso beijo, nós saímos. Ele passou a mão por de baixo do meu sutiã, eu gemi de desejo. Eu pensei seriamente em ficar aquela noite com ele. Mas a imagem dele beijando aquela cobra veio em minha mente. Então peguei sua mão. DROGA! Ela tinha que acabar com minha noite.

- Para, amor. Eu não posso.

- Mas você quer. E eu também.

- Amor, hoje não.
- Há Amor.

- Ow amor. Eu já te falei por que.

- Tudo bem. Não vou mais insistir. Como diz o ditado: Quando um não quer dois não brigam.

Ele suspirou triste. Eu vi a tristeza em seus olhos. Passei a mão em seu rosto de anjo. Eu não queria que ele ficasse triste.

- Amor... Desculpe-me. Mas mesmo que eu tenha te perdoado eu não vou conseguir. Eu quero. Quero muito. Mas eu não vou conseguir. Posso até começar. Mas não vou terminar e isto só vai magoar você e a mim também. Então é melhor deixar do jeito que ta. Quando a gente for pra L.A. eu prometo que a gente faz. Eu vou conseguir. Tenho certeza. Agora vamos entra.

Entramos abraçadinhos.

- Vá pegar suas coisas. – Falei.

- Ta bem.

Ele me deu um Celinho, foi até sua mala e começou a pegar suas coisas. Logo ele chegou em mim e me abraçou.

- Vamos, Amor?

- Sim.

Descemos e fomos para casa da minha tia. Estava muito frio. Mas eu estava aquecida com as blusas do Rob. Toquei a campainha e Max atendeu. Nós entramos, minha tia assistia TV. Eu e ele bocejamos.

- Bom, tia, nós vamos dormir.

- Tudo bem. Boa noite.

- Boa noite. – Falamos juntos.

Subimos de mão entrelaçadas. Eu abri a porta e depois a deixei encostada. Eu pulei no colo dele. Ele me beijou amorosamente e eu retribui da mesma forma. Ele parou de me beijar.

- Você já me perdoou?

- Claro que sim. Isso já passou.

- Que bom. Então isso quer dizer que você nunca mais vai me deixar?

- Não mesmo. Eu nunca mais vou te largar. Nunquinha.

- Que bom. Porque eu não posso viver sem você.

- Vamos.

Eu deitei na cama, ele deitou-se ao meu lado. Eu sorri feliz para ele e ele sorrio para mim, acariciei sua face ele fez o mesmo. Depois ele se mecheu e pegou a blusa dele que eu havia deixado na cama. Ele olhou para mim.

- O que minha camisa está fazendo aqui?

- Há quando eu peguei minha roupa para vir aqui, ela tava no meio. Dormi com ela todos os dias que eu estou aqui. Eu não conseguia dormir. E quando coloquei sua camisa eu consegui.

- Vem cá. – Falou me puxando para ele.

Ele enterrou sua cabeça nos meus cabelos.

- Também senti muita sua falta. Mas já passou. Estamos juntos novamente. E nada nem ninguém vai mudar isso.

Ele começou a me beijar. Passou a mão por de baixo da minha blusa e eu entrelacei minhas mãos em sus cabelos. Logo nós estávamos ofegantes.

- Arã. – ouvimos um pigarro e um chorinho na porta.

- Desculpa atrapalhar. Mas a Nich ta chorando que quer a Kristen. Tentei fazer ela parar, mas ela não para.

A Nicholly estava ajitada no colo da minha tia.

- Kis...ten. – Ela chorava.

- Há. Tudo bem. Vem aqui Nicholly. – falei.

O Rob pegou a Nich e a entregou para mim, eu a coloquei no meio de nós dois.

- Obet? – Falou fofa.

- Oi Nich.

- Oie.

Ela bocejou, deu a mão pro Robert e segurou minha blusa.

-Se quer ser pai, Robert. Tem que saber como é.

Rimos baixinho. Ficamos fazendo carinho nela, até que ela dormiu. Minha tia a pegou e saio doquarto, fechando a porta atráz dela.

- Filho da trabalho. – Falei.

- Eu sei. Mas não me importo. E quando tivermos um vai ser igual a você.

- Nada disso. Vai ser como você. Loiro, de olhos azuis e lindo!

- Hum... Nada a ver, vai ser como a mãe.

- Você quer menino ou menina? – Perguntei?

- Hum... Menina. E você?

- Menino.

- Por que?

- Porque menino da menos trabalho.

- De certo modo sim. Mas menina é mais fofa.

- Mas também prefiro menino.

- Bom se você quer um menino, vou te dar um.

- E depois a gente pode ter uma menina. Assim nosso menino cuida de nossa menina.

- Perfeito Amor. Então é primeiro um menino e depois uma menina.

Ele me beijou de novo, passando a mão por de baixo da minha blusa. Meus pelos se arrepiaram. Então parei de beijá-lo. Ele tinha que estar cedo amanhã na reunião.

- Que foi? Fiz algo errado? – perguntou confuso.

- Não. Mas acho melhor irmos dormir. Amanhã você tem que está tarde e você tem que estar disposto para a reunião...

4 comentários:

  1. PARABÉNS!!! mas qdo tem o próximo?? ou acabou???

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  2. quando tem o proximo??
    ta demorando pra postarem!!=[

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  3. Quando é o próximo?....Adorei♥

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  4. ta otimo, fora alguns erros de português
    mas deviam fazer mais;)

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