36- O amor vence tudo.
Olhei-a. Ela estava perfeita. Como sempre.
- Oi, Kris.
- Oi, Rob. Haaa...
Ela pegou e me abraçou muito forte. E eu fiz o mesmo. Senti o cheiro de seu cabelo. Sentir ela em meus braços novamente foi tão perfeito. Eu não queria que esse momento acabasse nunca. Beijei seu pescoço e seu ombro. Senti o cheiro de sua pele. Como eu amava aquele cheiro. Como eu amava. Ela me soltou.
- Não. – falei. E a abracei novamente. Depois fui beijá-la, mas ela virou a cara. E acabei beijando seu rosto. – O que foi?
- Nada.
- Por que virou a cara?
- Desculpa. É que é dificio aceitar o fato que você estava beijando outra.
- Krist...
- Eu sei, não foi sua culpa. – ela me cortou. – Tudo bem. Mas prefiro primeiro esquecer. Daqui apouco, pode ser?
- Ta. – suspirei. Ela passou suas mãos de anjo em meu rosto.
- Entenda. É dificio pra mim.
- Tudo bem, amor. Eu entendo.
- Obrigado pelas flores. Minha tia ficou maravilhada com as palavras. E a Nicholle arrancou uma flor e pegou pra ela. – Rimos. – Até que fim ela dormio. Ela não me solta um minuto.
- Todo mundo te ama. Mas ninguém ama mais que eu. – Sorri.
- Eu te amo mais.
- Ama nada.
- Amo sim.
- Não ama. – sussurrei, chegando mais perto de sua boca. Olhei-a avisando. Então nossos lábios se encontraram. Parecia o nosso primeiro beijo. Sem interromper o beijo, eu a trouxe para dento. Eu chutei a porta e a joguei em minha cama. Ela se grudou em mim. Mas então ela me empurrou.
- Hoje não.
- Por que não? Eu estou com saudades.
- E disso que você está com saudades, Robert? Sexo? É isso?
- Claro que não, Kristen. Estou com saudades de você! De te ter em meus braços, de ter seus lábios nos meus e de te amar também. Mas o que mais sinto falta é de você, de seu sorriso, de sentir seu carinho. É disso. Não é apenas sexo, Kristen. Eu te amo.
- Também sinto sua falta. Mas agora não. Pode até ser amanhã, outro dia, mas ainda não dá. Eu não vou conseguir.
- Ta bom né. Então vem aqui. – Eu a puxei para meu colo. Ela deu uma leve tremida. – O que foi?
- Estou com um pouco de frio.
- Eu pedi chocolate quente. Vamos tomar.
- Ta. Mas antes que você me agarre de novo e eu me esqueça. Aqui estão as capas. – Ela me entregou uma pasta. Sempre organizada.
- Obrigado amor. – Eu dei um Celinho nela. Coloquei a pasta na mesinha, peguei o chocolate e as coisas que peguei pra comer. - Entra debaixo da coberta amor. – Ela entrou. Peguei entreguei pra ela o chocolate e as coisinhas de comer.
- Obrigado, Robert. Você até já sabe do que eu gosto.
- Claro que sei. Pedi algumas coisinhas que sei que gosta pra gente comer. Só que não pidi seu sorvete desta vez. – rimos lembrando que ela pediu sorvete em Paris.
Entrei embaixo da coberta junto com ela, passei meu braço em sus ombros, ela se aconchegou em mim. E era como antigamente.
Virei o rosto dela e a beijei apaixonadamente. Ela o retribuiu da mesma maneira. Tomamos um pouco de chocolate e comemos um pouco. Não falamos muito. Mais nos olhávamos e nos abraçávamos.
- Kristen?
- Oi amor? – Fiquei feliz dela ter me chamado de amor.
- Te devo um pedido de desculpas.
- Ta desculpado. Apesar de eu saber que não foi sua culpa. Vejo em seus olhos. Eu te amo.
- Também te amo.
O celular dela tocou.
- Alô? – pausa. – A tia, ta tudo bem. Estou aqui com o Robert... Sim, fizemos... Levar ai? Pra jantar? Ta. Eu levo. Se ele quiser eu levo. Há manda ela parar de chorar. Fala que jaja eu estou ai. Mas tia eu não sei quanto tempo vou ficar aqui. Outro. Também te amo, Tchau.
- Quem era, Amor?
- Minha tia. Ela ta chamando você pra jantar com a gente hoje. Você vai?
- Claro. – sorri.
- Ai amor, eu senti tanto sua falta. Eu não sei como tive coragem de ficar com raiva de você. Mas agora essa história morreu. E tudo vai ser como antes. Você é o amor da minha vida.
- Eu também senti. Sim, tudo vai ser como antes. Porque nosso amor supera tudo.
- Concerteza. Eu te amo.
- Eu também. – Não canso de dizer isso a ela. – Quer dormir hoje aqui comigo?
Ela mordeu o lábio.
- É melhor não.
- Por que Kristen. Essa história não morreu?
- Sim. Mas não é por isso.
- Então é porque?
- Por causa da minha priminha. Ela não me larga, agora pouco ela acordou e ta chorando porque eu não estou em casa. E logo, logo nós vamos voltar para Los Angeles, daí a gente fica junto.
- Hum. Eu to com tanta saudade de dormir com você.
- Ow, eu também to, Rob. Mas nem tudo é do jeito que a gente gosta.
- Eu sei. Mas... Haa, Amor. – Reclamei. Poxa eu tava com tanta saudade de dormir com ela, ela me da um fora desses. Que droga.
- Você anda muito reclamão, Robert. Você nunca foi assim.
- Há Kris. Se a gente não tivesse ficado tanto tempo longe eu até concordaria. Mas a gente está muito tempo longe.
- Eu sei, Rob. Eu quero ficar com você tanto quanto você. Mas eu também nunca fico com minha família. Agora estou com minha tia. Outro dia nós dormimos juntos.
- Ta bom. – Fiz biquinho. E fechei a cara. Eu queria muito ficar com ela.
- Posso ligar a TV?
- Pode. – falei bravo.
Eu tirei meu braços dela, ela foi e ligou a tv. Depois voltou, eu a abracei de novo. Ela olhou para mim e vio minha cara emburrada.
- Amor. Você não vai ficar com essa cara emburrada ne?
- Vou.
- Há, Robzinho. – Robizinho? Fiz uma careta. Que apelido que ela foi me dar em. Robzinho. Bem não é tão estranho assim. – Não fica bravo vai.
Fiz bico. Ela passou os dedos em meu bico. Me deu vontade de morder o dedo dela. Mas ela tirou antes que eu pudesse. E fez um biquinho muito fofo, e encostou o biquinho dela no meu. Eu a agarrei, a joguei na cama. E a beijei. Tirei aquele casaco dela. Ela tirou o meu. Mas parou por ai.
- Rob...
- Haaaaa!!!! Ta bom Kristen. Que droga.
- Robert, por favor. Se você continuar com essa chatura eu vou ir embora.
- Ta desculpa. Eu não sei o que deu em mim. Eu acho que estou nervoso com amanhã.
Ela fez uma massagem rápida nas minhas costas.
- Fica tranqüilo, amor. Você vai se sair muito bem. Confio em você.
- Hum... – Suspirei. Não foi o que pareceu a alguns dias... Logo cortei esse pensamento. – Que delicia sua massagem.
- Deita de bruço. Eu vou fazer uma massagem em você. Vamos ver se você vai melhorar. Você ta muito tenso amor.
- É eu sei.
- Vai deita.
Deitei como ela mandou.
- Você está com muito frio, Amor?
- Um pouco, por que?
- É que eu queria tirar sua blusa. Vai ficar melhor pra fazer. A blusa atrapalha. Mas deixa
- Não. Pode tirar. Se eu sentir muito frio eu te falo.
- Ta bom.
Ela tirou minha blusa. Depois sentou-se bem no finalzinho de minha coluna. Ela me deu um beijo nas costas. Depois começou a me massagear. Me deu várias mordidelas nas costas, no ouvido e no pescoço... Às vezes eu gemia. Ela estava me deixando louco.
- Amor, você está me deixando louco.
Ela falou perto do meu ouvido.
- Eu não tenho culpa. Estou tentando te fazer relaxar.
Ela suspirou e me mordeu de novo. Depois de um tempo ela parou, saio da minha coluna e se sentou ao meu lado.
- Pronto. Terminei.
Eu me sentei de frente para ela. Ela passou a mão na minha barriga, eu estremeci. Ela pegou minha blusa e me entregou-a.
- Toma Amor. Coloca a blusa. Não quero que adoeça.
- Obrigado pela massagem, Amor. Me ajudou muito.
Dei um Celinho doce nela.
- Quer ver um filme?
- Hurum.
Deitamos juntos embaixo das cobertas. Eu fiquei revirando os canais.
- Para ae, Amor!
Eu parei. Estava passando antes que termine o dia.
- Quer assistir? – perguntei.
- Você quer?
- Se você quiser.
Ela mordeu o lábio e sorrio. Eu sabia que ela queria.
- Eu sei que você quer.
Eu a puxei para meu peito, beijei sua cabeça. Ficamos assistindo. E na mesma parte da outra vez ela chorou. Limpei suas lágrimas inutilmente. Desta vez eu não chorei.
O filme acabou. Ela me abraçou mais forte e eu fiz o mesmo.
- Eu te amo, Rob.
- Também te amo Kris. Você é a minha vida. E nunca mais nós vamos nos separar.
Ficamos abraçados e nos beijando um bom tempo. Até que meu celular tocou. Suspirei e o peguei. Li qual era o número. De inicio não reconheci. Mas depois lembrei. Era da Emily.
- Kris, é a Emily. Atende você.
Ela ficou emburrada,
- Amor, não viça assim. Eu estou pedindo para você atender. Atende e coloca no viva voz.
Ela fez o que eu falei.
- Alô? – Kristen falou séria.
- Rob?
- Não te dei intimidade de me chamar de Rob. – Falei.
- Nossa Rob. Que isso?
- O que você quer com o MEU Robert? – peguntou a kristen.
- Que eu saiba o MEU Robert estava comigo outro dia. – Emily falou.
- Seu Robert o caralho. Ele é Meu. E foi você que o agarrou.
- Você que pensa queridinha.
- Emily não adiante você tentar nos separar. Nada, nem ninguém. Nem você com essas tentativas nojentas, vão nos separar. EU AMO A KRISTEN! Só ela! Mais ninguém. E quer saber? Você tem uma voz irritante e eu NÃO gosto de você! Nenhuma mulher nesse mundo é melhor que a Kristen. Mas todas são melhores que você. – falei.
- Então sua vadia. É melhor você parar de encher o aço. Agora vou desligar porque eu tenho que continuar o que estávamos fazendo aqui. O que era mesmo? Há nos beijando. Como poderia esquecer?
Ela desligou o telefone. A Kris me devolveu o celular, eu coloquei na mesinha. Vi em seus olhos que ela estava triste. Eu a puxei para mim, e a abracei. Afaguei seu cabelo. Ela olhou para mim com os olhos cheios de lágrimas.
- Amor, o que foi?
- Haa Rob... – Falou chorona. – Ela. Ela está sempre no nosso caminho. Sempre.
Eu a coloquei no meu colo. Ela deitou a cabeça no meu ombro.
- Amor, ela não vai mais nos atrapalhar. Eu prometo.
Ela chorou mais.
- Mas ela fica te ligando isso também atrapalha. Eu não quero viver nesse inferno.
- Nem eu. Mas nosso amor vai passar esse obstáculo. Porque nosso amor é mais forte que qualquer coisa. E, aliás, eu te amo. Fica tranqüila, amor. Ela não vai mais nos atrapalhar. Mas você tem que ter confiança em mim. Porque você sabe de tudo o que ela é capaz de fazer.
- Eu sei. Mas é duro. Você vê o cara que você ama beijando outra.
- Amor eu não a beijei.
- Eu sei. Você entendeu o que eu quis dizer.
Eu a abracei ainda mais forte.
- Tudo bem, amor. Eu sei. Mas tenha mais confiança em mim. Ok?
- Ta. Ai eu senti tanto a falta de seu abraço.
- Ow amor. Eu também senti. Eu não quero mais te soltar. Nunca mais.
- Então não solte. Porque eu não quero isso. Hum... Ta tão gostoso aqui no seu colinho.
- É? Então eu não vou mais fazer o caonvite que ia te fazer.
- Que convite? Fala, Amor.
- Não.
- Fala. Por favor. Ela fez biquinho e me beijou. – Fala.
- Eu ia te chamar pra gente sair um pouco junto. Não conheço nada aqui. Queria sei lá fazer algo. Mas se você preferir ficar aqui eu também aceito de bom grado.
- Hum... Vamos sair.
- Você quer mesmo?
- Sim.
Ela saiu do meu colo. E se levantou, colocou o tênis e o casaco. Eu fiz o mesmo. Fui até a janela e a abri. Entrou uma lufada de ar. Muito frio. Olhei para ela e vi que aquele casaco não ia dar para o frio que estava fazendo.
- Amor, vou pegar outro casaco pra você.
- Por que?
- Está muito frio pra você sair só com isso.
- Não ta não. Quando eu sai de casa isto dava.
- Mas agora o vento ta pior. Pode colocar uma jaqueta minha.
Fui até minha mala e peguei mais duas jaquetas, um cachecol e um par de luvas. Dei um casaco para ela. Coloquei o outro, coloquei o cachecol e as luvas. Entrelacei minha mão na dela. E saímos do quarto. Saímos na rua. Estava muito, muito frio. Coloquei a toca que tinha nas duas jaquetas que eu usava. Ela já estava com uma toca, mas eu coloquei a outra da minha jaqueta. Eu passei meu braço em seus ombros e ela passou os seus dois braços em volta de minha cintura. Beijei o alto de sua cabeça.
- Onde vo...o...cêee... qu...er... irr??? - Perguntou a Kristen tremendo. Eu passei minha outra mão rápida em seus braços para ver se aquecia ela um pouco. Agora nós dois andávamos embolados uns no outro.
- Onde você me levar.
Ela foi andando. Parou na vitrine de uma loja de bichinhos de pelúcia. Olhou para ela. E viu aquele Burrinho do Pooh, mas bem grandão.
- Oww que fofo. Se eu tivesse dinheiro eu comprava.
- Por que você não faz uma coisa melhor?
- Tipo?
- Pede para seu namorado. Vai que ele resolve te dar?
- Hum... Boa idéia. Eu acho que vou pedir pra ele. – Ela sorrio. – Não, Rob. Não vou te pedir isso.
- Em por que não?
- É muito caro, Robert.
- Não é não.
- 100 dólares não é caro?
- Kristen. Pelo amor de deus né. Você acha que vou recusar te dar um bichinho e pelúcia só porque é 100 dólares? Entra logo na loja.
Entramos. Ela reclamando no meu ouvido. Que não quer gastar meu dinheiro, que eu sou louco. Blá, blá, blá. Peguei e mandei embrulhar para presente. Ela continuou falando abobrinhas. Tampei a boca dela.
- Amor, cala a essa sua boca gostosa. Eu já comprei o urso para você. Agora trate de aceitar isso e parar com todo esse falatório. Por favor.
- Obrigada. Adorei o presente. Mas ainda acho...
- Kristen.
- Desculpa.
Ela me abraçou. Peguei o presente, que era bem grande, e com a outra mão passei pelos seus ombros novamente. E novamente ela me abraçou. Dei um Celinho nela e saímos da loja. Eu a apertei estava muito frio. Entramos em uma cafeteria.
- Vamos tomar algo quente. Está muito frio. – Falei.
- Eu quero chocolate quente.
- Eu também. O que você quer comer?
- Nada.
- Fala.
- Num quero nada, amor.
- O Kristen, pegou bobeirou?
- Como assim?
- Ficou com vergonha de pedir as coisas pro seu namorado agora?
- Não, Amor. Éh... Há. Não sei.
- Pelo amor de deus Kristen. Você nunca foi assim.
- Ta. Desculpa. Mas é que é muito tempo sem você. Então eu vou querer um pão de queijo.
- Dois chocolates quentes e dois pães de queijo.
Fui até uma mesa e coloquei a sacola de presente dela lá. Voltei até o balcão e a abracei por traz. Ela fez carinho em minhas mãos e braços. Eu beijei sua nuca. A mulher nos entregou as coisas, pegamos nossas coisas e levamos até a mesa. Eu puxei a cadeira dela para bem perto da minha E a abracei. Tomamos um pouco de chocolate quente abraçadinhos. E comemos nosso pão de queijo. Isso tava revolvendo. Pelomenos para mim... Mas eu podia sentir a Kristen ficando mais rosadinha, mas quentinha também. Nós nos olhamos e nos beijamos. Terminamos de comer e andamos mais um pouco. Depois voltamos para o hotel que eu estava hospedado.
- Amor? – Chamou a Kristen, enquanto deitávamos abraçados na cama.
- Sim? – Perguntei fazendo carinho em sua face de anjo.
- Minha tia falou pra gente ir lá às 19 horas.
- Há tudo bem. Amor, que tipo de coisa que sua tia gosta?
- Ela gosta muito de pulseira, por que?
- Porque acho que vou comprar um presente pra ela.
- Não precisa, Rob. Minha tia não liga pra essas coisas. Ela só quer que você me faça feliz. E isso você já faz.
- Tudo bem. Mas então vou levar para sua priminha. Qual o nome dela mesmo?
- Nicholly. Ela tem um ano e sete meses.
- Que lindo nome. Nicholly gosta de que?
- Brinquedos, ursinho de pelúcia.
- Então antes de irmos para a casa da sua tia vamos comprar um brinquedo pra ela.
- Não precisa, amor. Minha família não vai te cobrar um presente para te aceitar. Eles vão te aceitar pelo que você é.
- Eu sei, Amor. Mas eu quero dar um presentinho para sua prima.
- Tudo bem. Continuo achando desnecessário. Mas se você quer.
- Quero sim. Mas o que mais quero fazer agora é namorar mais um pouquinho. O que você acha?
- Humm... Perfeito.
Ela aquela risada gostosa. Que eu amo ouvir. E que senti muita falta.
- Vem aqui.
Sentei-me de perna aberta e a encaixei no meio delas. A abracei por traz. Ela virou o rosto, colocou a mão em meu rosto e começou a me beijar. Eu retribui o beijo com muita paixão. Ficamos assim por um bom tempo. Paramos de nos beijar e ficamos nos acariciando.
- Amo você. – Falei.
- Eu também amo você, Rob.
- Nós estamos mais melosos que o normal. – ri.
- É verdade. Mas também a gente ficou muito tempo um sem o outro.
- É. Mas ainda não matei a saudade.
- Sabe o que eu estava pensando? – Perguntou.
- O que, gatinha?
- Gatinha?
- Sim. Você é minha gatinha. – falei sorrindo. E ela também sorrio.
- Hum... Bom, é gatinho. – Rio. – eu pencei da gente assumir o namoro, no dia do casamento da Nikki. O que você acha, amor?
Fiquei muito feliz em saber que ela queria assumir nosso namoro. Olhei-a feliz e falei:
- Ai, amor. É ótima sua idéia.
Eu a abracei bem forte. Como a amo. Cheirei seu cabelo. Ela deitou a cabeça em meu peito. Fiquei fazendo carinho nela. Ela acabou pegando no sono. Olhei no relógio era 18h. Eu, com muito cuidado, deitei-a na cama, peguei uma roupa, fui ao banheiro, liguei o chuveiro, fiquei um tempo debaixo d’ água. Terminei e coloquei uma roupa e fui até o quarto. A Kris ainda dormia. Eu deitei ao seu lado. Fiquei fazendo carinho nela. Saudades de ter ela assim. Olhei novamente no relógio. 18:20. Vou acordá-la. Mas que dó. Ela ta dormindo tão gostoso.
- Kris, Amor? Acorda.
Ela abriu os olhos e se espreguiçou.
- Que bom acordar e olhar você.
Sorri feliz. Que bom que ela gosta.
- Já são 18:25. Vamos.
Ela balançou a cabeça que sim. Levantou e saímos. Abraçados é claro. Compramos um cachorrinho de pelúcia. E fomos para a casa da tia dela. Ela tocou a campainha. Eu e ela ficamos abraçados. Fiquei fazendo carinho no cabelo dela. E então uma mulher atendeu, com uma linda menininha, chorando, em seu colo.
- Kisten, Kisten. – A neném chamou enquanto esticava os bracinhos para a Kristen. A Kris a pegou.
- Oi Bebe a Kris ta aqui.
Ela abraçou a Kristen e parou de chorar.
- Deixe que eu lhes apresente. Tia esse é o Robert, meu lindo. Amor, ess é a minha tia Ana.
- Prazer Ana. – Beijei sua mão, como um cavalheiro.
- O prazer é meu.
- Eu, eu. – Disse a neném pra Kristen.
- Rob essa é a Nicholly minha priminha linda. Nich esse é o Robert, o namorado da Kristen.
Ela deu a mão para mim. Eu peguei e dei um beijinhos em sua mão.
- Prazer, Nicholly.
- Paze, Obet.
Rimos. Ela é muito lindinha.
- Entrem. – Disse Ana.
Entramos e fomos até a sala.
- Sente-se. O jantar está quase pronto.
Sorri.
- Obrigado. Mas tenho um presentinho para a Nicholly.
- Pesenteee! – Ela bateu palminhas.
- Há Robert não precisava.
- Faço questão.
- Oi. – Falou um homem que descia as escadas. Ele parecia o Taylor. Era bem forte.
- Rob esse é meu primo Max. Max esse é o Robert meu namorado.
Levantei e toquei sua mão.
- Prazer. – Falei
- Prazer é meu.
- Pesente, pesente. – A Nicholly batia palmas.
- Vamos ao se presente. – Falei para a Nicholly.
- Ebaaa!
Peguei o presente tirei da sacolinha e dei para ela. Ela apertou o embrulho.
- Fofinho.
Ela puxou a fitinha com o maior cuidado. Abriu o embrulho, olhou dentro do saquinho, depois enfiou a mão dentro dele, pegou a caminha, depois pegou o cachorrinho. Um sorriso enorme saio de seus lábios. Ela abraçou o cachorrinho.
- Lindo! Meu au, au. Vem com caminha. Ebaaaa!!!
- Como se diz Nich?
- Bigadu! Eu amei o pesente.
Ela esticou os bracinhos para mim. Eu a peguei. Ela me deu um beijo melado no rosto e um abraço bem forte.
- A comida está na mesa.
Levantamos, eu ainda estava com a Nicholly no colo. A Kris eticou os braços para pegá-la. Ela balançou a cabeça negativamente.
- Colo do Obet.
- Tudo bem, amor?
- Claro.
Nicholly me abraçou. Chegando na sala de jantar, eu coloquei Nicholly na cadeirinha dela. Fizemos um brinde ao meu amor com a Kristen. Comemos.
- Sobremesa? – perguntou a tia da Kris.
- Sim. – Todo mundo falou.
Comemos pudim de chocolate. O meu favorito. Depois voltamos para a sala. A Nicholly só queria ficar no meu colo. Ela me mandou e a Kristen sentarmos no chão. Então ela pulava em mim e depois na Kris. Ela era uma graça. Brincamos com o cachorrinho que eu dei para ela. Então ela já estava cansada. Pediu colo para mim. Eu a peguei e sentei-a em meu colo. Ela deitou a cabeça em meu peito e bocejo. A Kristen encostou a cabeça em meu ombro. Eu fazia carinho na Nicholly e na Kristen.
- Robert você daria um bom pai.
- Esse é meu sonho. Ser pai. Eu estava esperando a pessoa certa. E encontrei. – Dei um beijo no cabelo da Kristen.
- Você está grávida? – Perguntou Max.
- Não! – Kristen falou rapidamente. – Não que eu saiba. – Rimos.
- Não vou engravidar a Kristen. Não enquanto não estivermos casados.
- Isso quer dizer que vocês dois nunca... – Ele não terminou a frase.
- Já. – Disse a Kristen. – Mas isso não quer dizer que ele vá me engravidar.
- hum.
Olhei no relógio, a Nicholly já estava quase dormindo. Era 22:40
- Amor eu vou indo. Já está ficando tarde e tenho que estar pronto para a reunião de amanhã. Você não vai ir dormir comigo mesmo?
- Não, Amor. Quero ficar aqui mesmo.
Fiz biquinho.
- Bom então eu vou.
Nicholly dormia em meus braços. Passei um braço nela e a beijei.
- Boa noite. Até amanhã.
- Boa noite, Amor. – Ela falou. – Até. E boa reunião. – Falou meio triste.
Eu a abracei mais forte.
- Já sinto sua falta. – Falei.
- Eu também.
- Eu te amo.
- Também. Muito, muito mesmo.
A Beijei de novo. E ela me retribuiu com muito amor.
- Robert? – Perguntou a tia da Kris.
- Sim?
- Durma aqui com a Kristen.
- Há não. Obrigado.
- Por que?
- Não precisa... Eu tenho que trabalhar amanhã. Eu vim aqui a trabalho.
Eu estava morto de vergonha. Imagina se eu vou dormir aqui com a Kristen. Ia ficar muito feio.
- Eu sei. Mas durma aqui com ela. Não há problema nenhum.
- Ela não quer dormir comigo.
- Quero sim. – ela falou.
- Então está resolvido. Você dorme aqui com ela.
- Mas...
- Mas nada. Vai até o seu hotel, pega seu pijama e as coisas que você tem que levar para sua reunião. E volta para cá.
- Tudo bem. Mas não tem problema mesmo?
- Claro que não.
- Eba, eu vou dormir com você de novo! – A Kris falou feliz.
- Bom então eu vou até o hotel pegar minhas coisas para amanhã. Já volto.
- Tudo bem. – Disse Ana. – Mas será que você poderia colocar a Nich no berço? Porque se não ela vai acordar e chorar...
- Há claro. Onde é?
- Eu te levo. – disse a Kris.
Subimos as escadas e ela me guiou até o quarto da Nicholly. Coloquei-a no berço. A Kris a cobriu...
- Ela é muito fofa. – sussurrei.
- É sim.
Olhei para a Kris. Ela passou os braços em minha cintura. Eu a abracei forte.
- Te amo. – Falei.
- Eu amo mais.
- Atá.
Sorri e dei um beijinho de esquimó nela.
- Eu posso ir com você, Amor? – ela perguntou doce.
- Onde?
- No hotel pegar suas coisas.
- Claro Amor. Mas que pergunta. – Eu ri baixinho e ela também.
Eu a abracei bem forte. Ela levantou o rosto de meu peito, e me beijou apaixonadamente. Eu retribuí da mesma maneira. Eu amava sentir seus lábios nos meus. Nunca quero perder a oportunidade de ter esse beijo. Não há uma sensação melhor que a de seus lábios movendo-se contra os meus, de seu corpo junto ao meu. De tela em meus braços.
- É melhor irmos. – Falou.
- É sim.
Mas a apertei mais conta mim. Eu queria car daquele jeito com ela. Dei a mão para ela. Descemos as escadas. Quando chegamos no andar de baixo eu passei meu braço encima de seus ombros e ela colocou os seus em minha cintura, com meu braço livre passei as mãos em meus cabelos e depois em volta dela. Ficando bem juntinhos.
- Tia nós vamos até o hotel e já voltamos.
- Vai também Kris?
- Vou sim. Não se pode deixar um gato desses andando sosinho pr ai. Por que se não as sirigaitas ficam em cima. – Rimos.
Ela era tão absurda! Mas sempre engraçada. Eu a amo muito.
- Fica tranqüila. O gato aqui não quer ninguém se ser a dona gostosa dele.
Agora rimos ainda mais. Beijei seu cabelo.
- Vamos, amor.
- Vamos sim.
Ela me deu um Celinho doce, que retribuí da mesma forma. Saímos da casa. Estava muito, mas muito frio.
- Amo...o...r, eu to...o com muito fri...i...o.
- Toma. – Tirei a jaqueta e coloquei nela.
- Não amor. Fica com ela.
- Já ta chegando.
Eu a abracei mais forte. Eu estava congelando. Mas o que eu não faço pela minha linda? TUDO! Absolutamente tudo.
- Sua família é muito legal. – falei.
- Minha tia te achou um fofo. E a Nicholly te adorou.
Fiquei feliz em saber que a família dela me aprovava.
- Ta mais quentinha?
- To sim.
Entramos no hotel... Graças a deus. Eu estava morrendo de frio. Entramos no elevador. Lembrei de nosso primeiro beijo lá no elevador do AP dela. E tudo mais. Sorri malicioso para ela.
- Você está pensando no que eu estou pensando? – Perguntei.
Ela sorriu maliciosa. Eu a prendi na parede e a beijei. Passei a mão por debaixo de sua blusa. O elevador se abriu. Saímos, ainda nos beijando. A prendi na parede e passei a mão em baixo de seu sutiã. Ela gemeu. Isso me deu uma satisfação enorme. Mas logo ela pegou minha mão.
- Para, amor. Eu não posso.
- Mas você quer. E eu também.
- Amor, hoje não.
- Há Amor.
Eu tava com tanta vontade de ficar com ela...
- Ow amor. Eu já te falei por que.
- Tudo bem. Não vou mais insistir. Como diz o ditado: Quando um não quer dois não brigam.
Suspirei triste. Ela viu minha tristeza. Fez carinho em meu rosto.
- Amor... Desculpe-me. Mas mesmo que eu tenha te perdoado eu não vou conseguir. Eu quero. Quero muito. Mas eu não vou conseguir. Posso até começar. Mas não vou terminar e isto só vai magoar você e a mim também. Então é melhor deixar do jeito que ta. Quando a gente for pra L.A. eu prometo que a gente faz. Eu vou conseguir. Tenho certeza. Agora vamos entra.
Entramos abraçados.
- Vá pegar suas coisas. – Falou.
- Ta bem.
Dei um Celinho nela. Fui até minha mala, peguei um pijama, minha escova de dente, de cabelo, gel porque amanhã eu precisava ir com o cabelo arrumado, peguei o paletó, camisa, gravata, calça, sapatos, meia. Coloquei as capas, que minha lindinha fez, na pasta. Fui até ela e a abracei.
- Vamos, Amor?
- Sim.
Descemos de elevador, saímos do hotel. E fomos até a casa da tia dela, do outro lado da rua. Tocamos a campainha. Estava muito, mas muito frio. Foi o Max que abriu. Entramos. A tia dela estava vendo tv. Bocejamos.
- Bom, tia, nós vamos dormir.
- Tudo bem. Boa noite.
- Boa noite. – Falamos juntos.
Subimos as escadas, nossas mãos entrelaçadas. Ela parou na porta e virou a maçaneta. Entramos, ela deixou a porta encostada. Pulou no meu colo. Eu a beijei amorosamente. E ela retribuiu da mesma forma. Parei de beijar.
- Você já me perdoou?
- Claro que sim. Isso já passou.
- Que bom. Então isso quer dizer que você nunca mais vai me deixar?
- Não mesmo. Eu nunca mais vou te largar. Nunquinha.
- Que bom. Porque eu não posso viver sem você.
- Nem eu. – Sorriu. – Vamos dormir?
Eu queria muito mais do que dormir. Eu não vou discutir com ela.
- Vamos.
Ela deitou debaixo da coberta e eu deitei ao seu lado. Ela sorriso para mim. Eu sorri feliz para ela. Ela passou sua mão de fada em meu rosto. Eu fiz o mesmo. Então percebi uma coisa estranha no meu pé. Tirei a coberta e peguei, era minha camisa. O que esta estava fazendo aqui eu tinha deixado ela na casa da Kristen, se não me engano. Olhei pra ela.
- O que minha camisa está fazendo aqui?
- Há quando eu peguei minha roupa para vir aqui, ela tava no meio. Sormi com ela todos os dias que eu estou aqui. Eu não conseguia dormir. E quando coloquei sua camisa eu consegui.
- Vem cá. – falei a puxando para mim.
Ela sentiu tanta falta de mim, assim como eu senti dela. Enterrei minha cabeça em seus cabelos.
- Também senti muita sua falta. Mas já passou. Estamos juntos novamente. E nada nem ninguém vai mudar isso.
Comecei a beijá-la. Passei a mão pos debaixo de sua blusa. Ela entrelaçou suas mão em meus cabelos. Ficamos um tempo nos beijando. Estávamos ofegantes.
- Arã. – ouvimos um pigarro e um chorinho na porta.
- Desculpa atrapalhar. Mas a Nich ta chorando que quer a Kristen. Tentei fazer ela parar, mas ela não para.
A Nich estava ajitada no colo da Ana.
- Kis...ten. – Ela chorava.
- Há. Tudo bem. Vem aqui Nicholly. – falou a Kris.
Eu peguei a Nicholly e coloquei e a entreguei ela para a Kristen. Ela ficou no meio de nós dois.
- Obet? – Falou fofa.
- Oi Nich.
- Oie.
Ela bocejou e me deu a mão, segurou na blusa da Kristen.
- Se quer ser pai, Robert. Tem que saber como é.
Rimos baixinho. Ficamos fazendo carinho nela, até que ela dormiu. A Ana a pegou e sai do quarto, fechando a porta.
- Filho da trabalho. – Falou a Kristen.
- Eu sei. Mas não me importo. E quando tivermos um vai ser igual a você.
- Nada disso. Vai ser como você. Loiro, de olhos azuis e lindo!
- Hum... Nada a ver, vai ser como a mãe.
Você quer menino ou menina? – Perguntou?
- Hum... Menina. E você?
- Menino.
- Por que?
- Porque menino da menos trabalho.
- De certo modo sim. Mas menina é mais fofa.
- Mas também prefiro menino.
- Bom se você quer um menino, vou te dar um.
- E depois a gente pode ter uma menina. Assim nosso menino cuida de nossa menina.
- Perfeito Amor. Então é primeiro um menino e depois uma menina.
Beijei-a. Passei a mão na suas costas, por debaixo da sua blusa. Senti novamente aquela eletricidade que percorria todo meu corpo quando estávamos perto um do outro. Senti seus pelos arrepiarem. E então ela parou de me beijar.
- Que foi? Fiz algo errado? – perguntei confuso.
- Não. Mas acho melhor irmos dormir. Amanhã você tem que estar disposto para reunião.

Lindo cap.!!!!!!
ResponderExcluirAnsiosa pelos próximos.
:)
Bjs