quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Fan Fic - Overwhelming Passion - Cap 29

Cap 29 – Te amarei eternamente

Eu estava dormindo muito bem nos braços, fortes e musculosos do meu Rob. Mas eu tinha que acordar queria levar ele até a árvore. Então fui me mexendo, pra ver se ele acordava. Sai devagar dos braços dele. Fui com muito cuidado, eu queria acordá-lo, mas não matá-lo de susto. Ainda sentia dor em meu tornozelo. Mas ignorei esta dor. Robert abriu os seus lindos olhos azuis. Ele bocejou, coitado devia estar morrendo de sono.

- Ta tudo bem, amor? Você ta sentindo algo? – falou com a voz rouca e grave.

Ele era tão fofo. Mau tinha acordado e já estava preocupado com meu estado de saúde. Isso sim que é namorado. E o melhor é que ele é meu. E nós nunca vamos nos separar. Sorri para ele. O que mais eu poderia fazer a não ser sorrir para o homem mais lindo do mundo. Passei a mão em seu rosto, dei um Celinho nele com muito amor e carinho.

- To bem amor, eu queria te acordar. Pra te mostrar uma coisa, ainda ta cedo são cinco da manha, mais tenho um lugar muito especial pra te mostrar e de lá da pra ver o sol nascer. E a vista é maravilhosa e indescritível. Vamos?

Ele deu aquele sorriso que é só dele. Que ninguém mais consegue dar igual. E se conseguisse não teria a mesma alegria que me da em ver o dele. Dessa vez ele me deu um Celinho. Me derreti toda. Como ele era perfeito. Ele passou as mãos leves e gostosas em meu rosto.

- vamos sim amor, com você eu vou até o fim do mundo. Você não ta conseguindo andar neh? Seu pé ta melhor?

Ai como ele era fofo... Eu o amava tanto... Nada nem ninguém vai mudar isso. Por mim ele vai até o fim do mundo. Ai que lindo... Eu também iria até o fim do mundo por ele. Eu o olhei dando um sorriso enorme. Meu pé estava meio dolorido, acho que eu não ia conseguir andar. Também estava inchado.

- Que lindo amor, não to não, ainda da inchado. Ta dolorido. Mas não doendo.

- Sem problemas meu amor, eu te levo em meus braços. É só você me guiar.

Cada palavra que ele fala ele me surpreende mais.

- Ta amor. Você é tão lindo. Ai como eu amo você.

Parece que ele gostou do que ouviu.

- Eu também te amo muito. Vamos então?

Ai como eu amo quando ele diz que me ama muito. Ele me faz tão feliz. Sorri. Coloquei o canivete no bolso de meu short. Sai da barraca sentada, me arrastando. Ele saio normalmente. Me pegou no colo com muito cuidado, para não me machucar. Passei meus braços em volta de seu pescoço.

- Pra onde, amor?

- Segue por ali amor, pela aquela trilha ali. – Apontei para a trilha.

Fomos andando pela trilha. Até que estávamos pertinho.

- Amor, é logo depois daqueles outros arbustos ali.

Ele deu seu lindo sorriso e foi comigo até onde eu falei. Chegamos e lá tinha a grande árvore. A árvore que muitos casais já haviam estado nela.

- Chegamos amor. É esse o lugar que eu queria te mostrar. Eu venho sempre aqui quando venho acampar. Pra ver o nascer do dia, que vai ser já, já. E também pra pensar no dia em que eu traria alguém aqui comigo pra jurar amor eterno de baixo da arvore dos namorados.

Eu nunca vim aqui com ninguém. Nem mesmo com o Michael. Que namorei por quatro anos. Olhei para ele. Mas parecia que ele não tinha entendido nada. Então expliquei pra ele:

- Assim amor, reza a lenda aqui na cidade que se você encontrar o seu verdadeiro amor e escrever o seu nome e o dele de baixo da arvore, seu amor e o dele serão pra sempre. Eu nunca vim aqui, com ninguém, nem mesmo com o Michael com quem eu namorei por mais tempo. Você é o primeiro e o único, por que não tenho a menor duvida de que você é o amor da minha vida. – Tirei o canivete do bolso. – Vamos fazer?

Ele sorrio. Parecia que ele estava feliz. Espero que esteja mesmo. Ele andou mais perto da árvore. Depois me colocou com muito cuidado no chão. Eu me apoiei no pé bom no chão e o outro ficou no ar. Ele passou os braços na minha cintura me dando apoio. O Sol começará a nascer. Eu abri o canivete e fiz um coração. Dentro dele escrevi “ Robert”. Entreguei o canivete para ele, ele escreveu “Kristen” embaixo do nome dele. Eu olhei feliz para ele.

- Que nosso amor continue crescendo cada dia mais. E que ele seja eterno e pra sempre. Você é tudo o que eu sempre quis e quero passar todos os dias da minha vida ao seu lado, não tenho duvidas que você é o amor da minha vida.

Eu tava muito feliz de poder estar ali com ele. E eu tinha certeza que nosso amor ia crescer mais ainda.

- Eu tenho certeza que vai amor, por que eu te amo cada vez mais. A cada segundo eu te amo mais. Nosso amor vai ser eterno e infinito. Porque fomos feitos um para o outro, eu sou o homem mais feliz do mundo por ter você ao meu lado, você é a mulher da minha vida. Te amo muito, minha vida.

Ele falando daquele jeito. Eu não agüentei e as lágrimas estavam em meus olhos. Eu o amava tanto. Mais tanto. Não suportaria um dia se quer sem ele. Nos beijamos apaixonadamente. Embaixo do nascer do Sol.

- Nossa amor. Você acertou novamente. Muito lindo.

Falei sorrindo.

- Eu falei. Aqui é o lugar mais lindo que acho aqui na cidade. E ficou ainda mais perfeito por você esta aqui comigo.

Ele me abraçou e falou:

- Concordo plenamente amor. Vamos? Você precisa ir pro hospital, fazer alguns exames.

Ele é tão preocupado. Muito fofo. Eu tava bem. Sabia disso. Mas eu ia porque se não ele ia ficar com essa preocupação e eu queria que ele ficasse tranqüilo. E sabia que isso não ia acontecer enquanto eu não fosse no médico.

- Vamos sim amor, mais eu sei que to bem, sério mesmo. Mas vou porque bati a cabeça e pra te deixar tranqüilo.

Ele me pegou no colo, novamente. Sorrindo.

- É só vou ficar despreocupado quando ver mesmo que você ta bem. Eu confio em você, mas com essas coisas não se brincam, não é?

Sorri e falei:

- Eu sei amor. Por isso mesmo, agora é só acordar os pombinhos, será que eles já estão acordados?

Ontem eles fizeram tanto barulho, até espantaram os mosquitos que estavam vindo...

- Acho que não. Vamos ter que acordar eles.

Nós dois demos risada só de lembrar de ontem. Voltamos ao acampamento. Eu voltei no braço do meu amor. Chegando lá ele me colocou sentada em uma árvore. Ele foi acordar o Tay e a Ash. Quando eles acordaram todo mundo começou a desarmar o acampamento, eu fiquei triste por não poder ajudar. Mas fazer o que? Quando estava tudo pronto o meu Rob veio até mim. Ele se ajoelhou na minha frente e passou suas mãos em meu rosto. E falou com uma voz tão doce:

- Pronta pra ir meu amor?

Sorri pra ele. Entrelacei minhas mãos nas suas e dei um beijo nelas. Eu gostava de dar carinho para ele. E acho que essa é uma forma de dar carinho a ele.

- Sim amor. To pronta.

Ele sorrio para mim. Ele me faz tão feliz, só de me dar um sorriso. Eu amo ele. Amo muito. Ele me pegou no colo com muito cuidado, ele estava mais cuidadoso que o normal. Ele me levou até o carro. A Ash abriu a porta, assim ele podia me colocar dentro do carro. Ele me colocou no banco de traz.

- Amiga como você está se sentindo? – perguntou a Ash, ela parecia preocupada. Dei um sorriso para ela e o Tay.

- To bem, só meu pé que está dolorido e inchado. E primo, nada de ficar durante a semana me ligando de duas em duas horas pra saber como eu to.

Ele fez um biquinho fofo. Entrou no carro rindo.

- Eu? Porque você acha que vou fazer isso Kiki?

Dei risada. Por que será neh? Sempre que eu faço um aranhão ele fica me ligando pra perguntar como eu to. E agora também não ia precisar dele ficar o tempo todo me ligando, o Rob tava comigo. Eu me lembrei de quando quebrei meu pé. Eu fiquei muito irritada com ele. Ele não parava de me liga.

- Como se eu não te conhecesse. Lembro muito bem da vez que eu quebrei o meu pé, como o senhorito ficou. Todo dia, toda hora ligava pra saber se eu precisava de algo. As vez você é exagerado Tay.

Ele soltou uma gargalhada. E todo mundo começou a rir. O Rob então...

Fomos embora. O Rob foi atrás comigo. Eu estava cansada, e com fome. Mas logo estaríamos em casa. Ou no hospital. Lá eu ia pedir pra comer alguma coisa. O Rob parecia estar perdido em pensamentos. Eu encostei a cabeça nele. Ele me abraçou. Eu tava muito cansada. Ele ficou fazendo carinho em meus cabelos. E nós fomos assim até chegarmos no hospital. Chegando lá eu tava com muita fome. Eu não dormi no caminho, então eu também estava com muito sono. A Ash e o Tay desceram primeiro. Depois o Robert desceu e me abriu a outra porta, me pegou no colo. Deitei minha cabeça no ombro dele. Ele olhou para mim preocupado.

- Amor, você ta bem? – perguntou. Ele estava com uma cara tão assustada. Eu tinha que tranqüilizá-lo logo. Se não ele ia ter uma ataque. Eu dei um sorriso e falei:

- Calma, amor, to bem. Só to com fome... E com sono. Só é isso.

Ele respirou mais calmo.

- Graças a Deus, pensei que você tinha piorado...

Eu dei um sorriso, mais com muito sono.

- Não amor, desculpa. Não foi a minha intenção.

Eu sei que o Robert começou a andar, mas eu estava com muito sono, fechei meus olhos, mas não dormi. Eu ouvi o Taylor falar:

- É esta. A minha prima Kristen. – Eu abri os olhos. Eles nos olhavam. A enfermeira sorrio e falou:

- Por favor, me acompanhe. Algum de vocês dois poderia preencher está ficha com os dados dela? – Ela olhou para o Tay e a Ash.

- Eu preencho. – Disse Tay.

- Obrigada. - A enfermeira entregou uma prancheta com uma ficha de dados ao Taylor, que logo começou a preencher. A Ash o ajudou...

A enfermeira guiou o Robert, comigo no colo dele. Eu estava com muita fome mesmo. A enfermeira tirou uma cadeira de rodas.

- Por favor, senhor. Coloque a nesta cadeira. Que vamos levá-la para a sala de raio-X.

Eu não queria que ele me deixasse na cadeira. Mas sabia que era necessário. Então dei um sorrisinho fraco para ele. Ele estava um pouco assustado. Uma dor muito forte começou no meu pé.

- Meu pé ta doendo muito.

Ele me colocou na cadeira de rodas, me deu um beijo na testa. Eu não queria ir naquela cadeira. Eu queria ir no colo dele. Queria ficar com ele.

- Vai ficar tudo bem meu amor. – ele olhou para a enfermeira. – Posso ir com ela?

- Desculpe senhor, mas não. Porque vamos tirar algumas radiografias, segundo estou informada ela bateu a cabeça não foi isso? Então temos que fazer uma Ressonância. Mais assim que acabar os exames, eu o procurarei e o informarei o quarto onde ela vai ficar. E o medico depois irá falar com vocês. Quando sair os exames.

Que droga! Eu queria ele comigo. Eu só vou me sentir segura se ele estiver comigo. Por que tinham que deixar o meu amor longe de mim? Haaaa!!!!

- Amor, eu vou ficar aqui fora já que não posso te acompanhar. - Ele segurou meu rosto e me beijou...

- Ta certo meu amor, se quiser ir pra casa. Pode ir. Eu vou ficar bem.

Eu não ia ficar nada bem se ele fosse embora. Mas eu tinha que me fazer de forte, se não ele ia ficar muito aflito e eu não queria isso. Eu queria ele bem. Mas eu queria muito ele aqui comigo.

- Não amor, vou ficar aqui. Te daqui a pouco.

- Até amor.

A enfermeira me levou até a sala de exames. Meu pé estava mesmo doendo. A enfermeira explicou ao médico o que aconteceu comigo e ele falou que teria que me levar rapidamente para tirar o raio-X. Ficamos um tempão fazendo raio-X. Fizemos da cabeça, a coluna, em fim no meu corpo todo. O que atrapalhou um pouco foi meu pé. Estava doendo muito. Queria estar logo com o Robert. Então tentei ignorar a minha dor. Apesar de não ter dado muito certo. Eu precisava fazer alguma coisa com meu pé. Ai, droga ta doendo.

- Doutor?

- Sim?

- Meu pé está doendo muito.

- Logo vamos ver o que há com ele senhorita Kristen.

Esse logo não vinha nunca. Fizemos mais e mais raio-X. Eu já estava ficando muito impaciente. Eu tava com sono, fome, sede e queria o meu namorado comigo. Depois das radiografias fomos até a sala de outro medico. Ele olhou meu pé e disse que eu só o torci mesmo. Mas que foi feio. Então ele colocou uma facha e disse que não era pra eu andar durante três dias. Isso significava que eu teria que ficar toda hora no colo de alguém. Coitado do Meu Rob. Na porta entrou o médico que me fez os raios-X.

- Bem senhorita Stewart você está bem. Mas acontece que eu prefiro dar uma olhada em você aqui no hospital durante uma ou duas noites. Sem falar em seu pé. Que pelo que estou vendo você não vai poder ficar mexendo nele.

- Ela vai ficar no mínimo três dias com a faixa sem poder andar. Se quiser se locomover terá que ser ou em uma cadeira de rodas ou no colo de alguém. – falou o outro médico.

- Então a senhorita vai ficar aqui.

- Eu preciso mesmo?

- Sim.

- Tudo bem então.

Já que eu não podia fazer nada. Então... Paciência eu tinha que esperar.

- Vou mandá-la para um quarto e depois vou falar com seu namorado.

- Tudo bem.

Ainda não tinham conversado com o Robert? Ele deve está em apuros. Coitado do meu lindinho. Um enfermeiro veio e me colocou na cadeira de rodas. Depois me levou até o 3º andar, quarto 210. Ele me deitou na cama. O médico colocou um travesseiro no meu pé. Depois veio a mulher com comida. Aleluias me trouxeram comida. Tinha uma arroz empapado, com cara de ser horrível, carne moída e chuchu. Tinha suco de laranja, uma gelatina. Dei uma garfada na comida. Estava horrível.

- Eu posso comer algo da cantina? – perguntei ao médico. – Peço para meu namorado pegar para mim.

- Claro. Vou avisa-lo que você está no quarto e se você quiser eu peço para ele te trazer algo para comer. Pode ser?

- Por favor.

Nunca comi nada tão ruim como isso. Eca! Mas logo meu lindo ia trazer algo pra mim comer. O médico saio do quarto. Logo depois entrou uma enfermeira com alguns remédios.

- Olá senhorita Kristen. Vou te dar um remédio para dor. Tudo bem?

- Ok.

Ela me deu o remédio com um pouco de água. Depois eu me aconcheguei na cama e cochilei. Mas não deu muito tempo. Logo mais uma enfermeira entrou para ver como eu estava. Quando ela saio eu fechei meus olhos. O Rob tava demorando. Então ouço a porta se abrir. Depois ela fecha. Era o meu Rob, com um buquê de rosas vermelhas nas mãos. E um saquinho branco na outra. Ele veio com aquele sorriso lindo dele. Chegou pertinho de mim e me entregou o buquê. Me dando um selinho.

- Para a mulher mais linda do mundo. – Falou sedutoramente. –

- Oi, amor.

- Oi, amor.

- Trouxe seu lanchinho. O Dr disse que você queria algo da cantina. Como você ta?

- Brigado, amor. As flores são lindas. Amei. – Eu as cheirei. – Eu to bem. Só que pena que vou ter que ficar aqui neh. Eu não queria. Mas é necessário, Então... Meu pé ta um pouco dolorido, mas o remédio logo vai fazer efeito. Eu olhei pra o saquinho em sua mão e perguntei curiosa, precisava comer antes que acabasse dormindo -. Mas quero comer, antes que eu pegue no sono. O que você trouxe amor?

Ele pegou o buquê que estava na minha mão e me entregou o saquinho.

- Sanduíche natural e suco de laranja bem geladinho.

Humm... Que delicia. Era tudo o que eu queria.

- Ai amor, obrigada. To morrendo de fome, serio mesmo. Os exames me deixaram maluca... Aff. Coisa pra demorar.

Logo peguei o lanche e mordi. Mastiguei o e engoli. Estava uma delicia. Ou era bom mesmo ou era a fome. Eu não sabia se eram os dois. Mas aquilo estava perfeito.

- Hummmm. Muito, muito bom. – falei sorrindo.

- Que bom amor, se quiser outro, é só falar que vou pegar pra você.

Ele é tão lindo. Preocupado. Dei outra mordida no lanche.

- anham, pode deixar amor...

Comi o lanche todo e bebi o suco. Ele me olhou enquanto eu comia. Depois que terminei de comer ele tirou as caixinhas, saquinho etc. que tinha na cama comigo.

- Senta aqui comigo, amor.

Eu queria ficar agarradinha nele. Ele se sentou bem pertinho de mim. Eu coloquei a cabeça no ombro dele. Ele me abraço e ficou fazendo carinho em mim.

- Eu te amo. – Sussurrou ele.

- Eu também te amo muito. Obrigado por tudo meu amor. Eu não sei o que seria de mim sem você.

Aconcheguei-me mais nele. Quando comecei a dormir algo vibrou no bolso da blusa dele. Mas será que eu não ia conseguir dormir hoje? Ele pegou o celular, abriu a tampa. Mais voltou a me abraçar, só com uma mão. A outra estava com o celular.

- Alô? – perguntou. Alguém falou.

- A ela ta bem sim prima. – provavelmente é a Ash. – Ela só vai ter que dormir aqui no hospital. Para verem como ela reage de noite. Mas está tudo bem. O pé dela ela não vai poder mexer durante 3 dias ou mais. Tirando o pé está tudo ótimo com a minha linda.

Mais uma parada e...

- Ta bom. Fala pro Taylor ficar tranqüilo. Beijo prima, te amo. Até mais. Tchau.

Ele desligou o telefone. Voltou a me fazer carinho.

- O que foi? – perguntei.

- A Ash queria saber como você tava. Eles estão na minha casa. Foram pegar meu carro. Eles estavam preocupados.

- Humm... Parece que não vou conseguir dormir hoje.

- Quer que eu sente ali?

- Não, amor. Eu quero dormir assim. Com você pertinho de mim.

Ele me deu um beijo na testa e ficou me acariciando. Eu peguei no sono... Quando acordei o Rob ainda tava abraçado comigo. Ele me fazia carinho. Eu estava suada. Ouvi outras vozes, estavam todos falando baixinho. Abri meus olhos. Era o Taylor e a Ash. Eu me soltei do Robert e me espreguicei.

- Acordou dorminhoca? – Falou Taylor.

- Humm... Oi.

- Oi meu amor. – falou Robert.

- Oi lindo.

Eu o abracei e depois o beijei. Ficamos um tempinho nos beijando. Depois o Taylor pigarreou. Olhamos pra ele.

- Quando você ta com a Ash ninguém fica enchendo o saco. Por que quando eu to com o Rob você fica ai enchendo o saco?

- Desculpe. Priminha. É que é difícil ver você assim. Você é como minha irmã.

- Eu sei. Tay, Ash vão comer alguma coisa. Aproveita e tragam algo pra mim e pro Robert. Pode ser?

- Pode sim, Amiga. Vamos amor. – Taylor e a Ash saíram abraçados.

- Você é esperta eim. – sorri.

- Eu tirei eles daqui e ainda consegui um lanchinho para nós dois.

- É. – nós dois rimos.

Continuamos a nos beijar. Ficamos nos beijando e nos abraçando um tempinho, depois o Tay e a Ash entraram no quarto, então paramos. Comemos, conversamos e rimos...

- Robert. Vem aqui, por favor? – Chamou Taylor.

- Tudo bem. Eu já volto ta amor. – Ele me deu um selinho.

- Ta certo, amor. Volta logo hein...

Eles saíram do quarto, deixando eu a Ash a sós, a olhei risonha e perguntei...

- À noite de vocês foi boa Ash? – dei uma risadinha.

- Foi. Perfeita. E a de vocês? Ela me disse num sorriso malicioso e muito feliz

- Muito boa. Foi difícil dormir com você e o Tay fazendo barulho na barraca ao lado. – rimos juntas.

- Hmmm... Desculpa por isso amiga, mas não resistimos sabe? Ela sorriu.

- Ash? A olhei curiosa

- Sim?

- Seus pais sabem?

- O que? Perguntou curiosa

- Que você faz isso com o Taylor? Eu perguntei sorrindo

- Assim Kris, eles sabem. Mas não admitem para si mesmos. E eu não fico falando nada com eles. Entende? Mas eles não sabem que fazemos isso constantemente. E você sabe que sou muito bem resolvida nisso com eles. Ela deu uma risadinha e eu tambem

- Entendo.

- E os seus pais? Ela me perguntou curiosa

- Sabem. Eles ainda não sabem do Robert. Eles sabem que eu to separada do Michael. Mas ainda num sabem nada do meu lindinho. E eu quero muito que eles o conheçam. To muito ansiosa pra isso.

- Humm... Isso vai ser interessante. Eu acho não, eu tenho certeza que eles vão amar o meu primo. Ela falou sorrindo

- Mas logo vou apresentar o Robert pra eles. Só to esperando saber o dia que eles viram pra cá. Então o meu celular tocou.

- Ash, pega pra mim? Meu celular estava fora do meu alcance e como não podia me levantar. Pedi gentilmente a ela.

- Claro. Falou num sorriso

Ela pegou e me deu. Olhei no visor Era a Nikki.

- Alô?

- Kris?

- Oi Nikki. Tudo bom?

- Sim e com você?

- É to bem.

- Eu fui hoje na sua casa pra gente conversar mais você não tava. Onde você ta?

- No hospital.

- Fazendo o que? Ela perguntou preocupada

- Eu fui acampar com meu primo,a Ash e o meu namorado. Daí lá eu cai em um buraco, eles me trouxeram pro hospital porque eu bati a cabeça, e torci o pé. Mas está tudo bem. Não houve nenhuma fratura na minha cabeça. Mas vou passar a noite no hospital. Só para eles acompanharem meu estado. Falei tudo calmamente, pra ela saber que eu estava bem mesmo.

- Nossa Kris. – ela falou preocupada. – Mas você está bem mesmo?

- To sim. Repeti com segurança, eu estava ótima.

- Eu vou ir até ai pra te ver. Seu namorado ta ai?

- Ta. Mas eu vou pedir para ele sair pra você não ver quem é. – ela nem ninguém de lá pode saber ainda que eu e o meu amor, estamos juntos. Mas tudo isso é por pouco tempo.

- Haaaa... Kristen!!!! Deixa eu ver quem é. Ela me falou suplicando pelo telefone, eu ri sozinha só de me imaginar a cara que ela tava fazendo agora.

- Não. Eu disse sorrindo, mais firme.

- Por que a Ashley pode saber e eu não? –obvio por que ela é prima dele. –então tratei logo de inventar uma desculpa

- Porque a Ash sem querer viu eu beijando o ele.

ela pareceu acreditar

- Haaaa.... Me, fala onde você ta.

Então, Passei o hospital que eu tava, o andar e o quarto. Quando desliguei o telefone o Tay e o Rob entraram no quarto.

- Voltamos. Disseram ao mesmo tempo sorrindo os dois.

- Onde vocês foram? – perguntei.

- Fomos beber uma água. Conversamos um pouco...

- Humm.... Amor a Nikki está vindo aqui. Então finge que eu te liguei pra avisar que não ia trabalhar por causa que eu fui acampar com o meu namorado, a Ash e o Tay e acabei caindo. Então você veio me ver. Ele me olhou dando um sorriso torto que sempre me matava e falou

- Tudo bem. Amor, vamos ter que brincar de atores agora... – mas era por pouco tempo

Recebi ligações dos meus tios também. Eles não iam vir no hospital. Mas depois iam à minha casa. A enfermeira trouxe um remédio para mim. Depois eu cochilei um pouco. Acordei com a batida na porta.

- Olá. – Era a Nikki e o seu noivo.

- Oi Nikki.

- Oi Kris. Chefe? Ela quase gritou ao ver o Rob no meu quarto

- Olá Nikki. Como vai? Ele falou serenamente, num sorriso perfeito

- Bem e o senhor? Ela ainda tava surpresa.

- Muito bem. Ele me olhou nessa hora e sorriu feliz, só a Nikki que não tinha reparado. Eu sorri pra ele também e depois olhei pra Nikki novamente.

A Nikki veio até mim e me entregou um buquê de flores. Mais um pra coleção. Ela me deu um beijo e um abraço. Depois cumprimentou o Tay e a Ash.

- O que o senhor está fazendo aqui? – sem duvidas ela é muito curiosa. Então ele falou

- A Srta. Stewart me ligou para avisar que havia caído e estava no hospital e que não poderia trabalhar amanhã. Então eu vim ver ela.

- Há... Entendi. – sorriu-Parece que você ganhou um buquê parecido com o meu. Só que o que eu trouxe são rosas brancas.

- É. Robert trouxe para mim.

e assim começamos a conversar demos risadas... Tomei mais remédios novamente, eu odeio remedio.

- Senhor? – me deu vontade de rir, achava engraçado ter que chamar o meu namorado de senhor. Mas me segurei

- Kristen. Para de me chamar de senhor. Não estamos na empresa. Ele também queria rir, mas se segurou bonito.

- É o costume, chefe.

- Me chame de Rob ou Robert.

- Tudo bem. Rob – muito esperto. Você poderia pegar um copo da água para mim, por favor? Você está mais perto.

- Claro.

Ele colocou água para mim e me entregou o copo. Eu bebi.

- Obrigada. Disse sorrindo

- Quer mais? ele perguntou sorrindo

- Não. Muito obrigado.

Ele pegou o copo de minha mão e colocou ali do lado.

- Bem, Kris. Eu já vou indo. Está ficando tarde. Melhore logo hein amiga. Vou passar na casa do Alex. Ver com ele e minha sogra alguns detalhes do casamento... Ela falou se despedindo de todos.

- Pode deixar. – sorri. Ela me deu dois beijinhos e saiu, respirei aliviada. Finalmente tinha acabado o teatro.

- Eu não agüentava mais toda essa encenação. – falou o meu lindo.

- Ow amor. Vem cá. – Eu o dei um beijo apaixonado que ele retribuiu da mesma maneira.

Ele se sentou ao meu lado, na cama, me aconchegando em seus fortes braços. Passou um tempinho.

- Kiki. Vou ligar pros seus pais quando chegar em casa. Contar pra eles o que aconteceu.

Falou o Tay abraçando a Ash. Ha eu não quero nem ver quando minha mãe souber. Ela vai ficar histérica! Do jeito que ela preocupada ela vai ter um troço! E acho que isso traria eles mais rápido para cá! Era bom avisá-los também. Eu ia falar isso pro Rob. Eu sorri e falei:

- Tudo bem Tay. É melhor avisá-los mesmo. Afinal não sei que dia exato eles vão chegar. Escreve o que to dizendo. Eles vão antecipar a viagem, do jeito que a minha mãe é comigo e com a Dake. Mesmo você falando que eu estou bem, ela vai ter que vim se certificar.

Nós dois rimos.

- verdade, mas é melhor neh?

Nossa meu ap ia ficar lotado: Eu, a minha mãe, meu pai, a Dakota e o Robert. Porque com certeza o Robert não ia deixar de dormir comigo. Meu ap ia ficar apertadinho.

- É sim. Vai ser bom, eu to morrendo de saudades deles. Meu Ap vai ficar cheio... – Ri só de pensar na bagunça.

- Não vai amor, você não vai pro seu Ap. você vai pra minha casa. Lá tem a Miranda e ela vai ajudar você, em tudo o que você precisar. E eu vou ficar mais tranquilo.

Na casa dele? Ow ki fofo. Ele é tão preocupado comigo... Mas é claro que eu faria o mesmo por ele. Eu fiquei surpresa com o que ele me falara. Olhei-o sorrindo feliz.

- Na sua casa amor? Eu passar esses dias todos lá? Ta bem. O bom que assim meus pais conhecem você melhor. E sua casa é enorme. Mas vou ficar mal acostumada. – Falei de brincadeira.

Ele me abraçou rindo. E eu senti aquela eletricidade que sentia sempre que ele tocava em mim. Eu o amo mais do que tudo e todos nesse mundo!

- é vai sim. Não amor, mesmo se você ficasse, você ia ficar linda e eu quero dar sempre o melhor pra você.

Há cada minuto ele me surpreende mais... Ele é muito lindo! Muito carinhoso atencioso... Por isso eu o amo! Sorri cheia de felicidade, dei um Celinho doce no único homem no mundo que pode me fazer feliz.

- bom, já vamos. Disse a Ash. Até amanha primo, até a manha amiga linda.

- até Ash. – nos despedimos dela.

- fica bem ta kiki? Tchau Robert, cuida bem dela.

Meu priminho lindo. Sempre preocupado comigo!

- ta primo vou ficar.

- pode deixar Taylor. – falou o Robert.

Eles saíram. Eu estava cansadinha de novo. Também eu dormi o que? Meia hora? Uma hora? Não foi muito.

- amor, acho que vou ficar no sofá pra você dormir tranqüila. No meio da noite eu me deito junto c você.

Há eu queria muito ficar abraçadinha com ele. Mas eu estava muito cansada, eu precisava descansar no travesseiro, só. E também, o Rob precisava ficar um pouco livre. Coitado do meu lindo. Já vai dormir aqui. E ainda vai ter que ficar todo encolhido? Não, eu ia deixar ele um pouquinho à-vontade, apesar de que essa poltrona não tem cara de ser confortável. Todo mundo precisa de espaço, ele também.

- ta bem amor.

Eu dei um abraço nele. Depois ele se deitou na cadeira, mas ficou fazendo carinho em mim. Até que eu não agüentei e dormi...

Final de cap. Espero que gostem
Te o próximo
SIAOSIAOSIOA
o/

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigada por visitar o nosso Blog e agradecemos os comentários.