terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Fan Fic - Overwhelming Passion - Cap 14

Capitulo 14 – Começo de uma história sem fim.

Estaciono em frente o apartamento dela, estava muito ansioso. Não via a hora de vê-la novamente. Ver aqueles olhos verdes tão lindos. Desço do carro e dou a volta, quando chego à porta do prédio vejo ela, tão linda. Ela estava olhando para o chão. Eu paro e fico olhando pra ela sorrindo. E então ela olha pra mim. Como ela estava linda, ela sorri pra mim, anda em direção à porta, a abre e sai com sua mala e sua bolsa.

Eu estava muito feliz com ela ali: - Pronta?

Ela sorriu: - Estou sim, só acho que exagerei na hora de fazer a mala. Acho que to levando roupa pra cinco dias e só vamos passar dois ou três. – ela ficou um pouco sem graça, não via problema algum dela levar roupa a mais, podíamos estender nossa viagem, então sorri pra ela.

- Ótimo assim, podemos quem sabe da uma espichada por lá. – não resisti e pisquei pra ela. Ela sorriu.

- É quem sabe. – ela está me dando carta branca?

- Posso? – olhando pra mala dela e depois pra ela.

- Claro. – ela sorria tanto e tão linda.

Peguei a mala dela e coloquei no porta malas do meu carro junto com a minha, voltei onde ela estava parada me olhando e sorri pra ela: - Vamos?

- Sim. – vou na frente dela. Abro a porta do carro pra ela entrar.

- A propósito, você está linda como sempre. – sorri e senti meu coração se encher de alegria.

E ela tem a reação que eu já esperava, fica corada e me olha tímida, como ela era linda: - Obrigada. – e então inesperadamente e surpreendentemente ela olha nos meus olhos sorrindo. – Você também.

Ela disse que eu estou lindo? Meu sorriso aumentou no meu rosto. Ela me achava lindo? Meu coração vai explodir de felicidade. Ela entra no carro, eu fecho a porta, dou a volta e entro no lado do motorista.

Olho pra ela: - Seu primo te mandou um beijo.

Ela sorriu: - Ah obrigada.

Eu sorri e liguei o carro. Vamos direto para o aeroporto, entro no estacionamento e paro o carro. Desço e abro a porta pra ela descer. Ela desce e fecha a porta, eu pego nossas malas e ligo o alarme. Levo as duas malas, pago o estacionamento e seguimos até a sala de embarque, fazemos check-in e em poucos minutos embarcamos. Claro que as poltronas eram uma do lado da outra, não ia perder essa chance de viajar ao lado dela, cada segundo ao lado dela era precioso, não iria desperdiçar assim.

O avião decola e eu estava muito feliz de tê-la ali comigo. Eu queria conversar com ela, queria dizer tudo a ela, mas não queria estragar a chance de tê-la comigo nessa viagem. E se ela voltasse no primeiro avião? Não, não podia deixar isso acontecer, é melhor ir com calma. Eu estava olhando minhas mãos tentando me controlar quando ouço meu nome ser pronunciado por aquela boca perfeita.

- Robert.

Olho pra ela sorrindo: - Sim?

- Será que posso usar seu ombro como travesseiro?

- Ta com sono? – pode usar meu ombro, meu braço, minha perna, pode me usar inteiro. Gostei da idéia dela deitar no meu ombro, quanto mais perto melhor. Eu sorria.

- To sim. Mas se você não quiser tudo bem. – eu não querer? Só se eu estivesse doido.

- Pode fazer do meu ombro o que você quiser. Ele esta a sua absoluta disposição. – não só ele como eu inteiro, estou a sua inteira disposição.

Ela me respondeu sorrindo e mordendo o lábio: Obrigada então. – Meu Deus! Não faz isso menina ou eu te agarro aqui e agora.

Ela encosta a cabeça no meu ombro suavemente e eu sinto meu coração entrar em crise. Será que ela ouviria? O cheiro do shampoo dela penetrou no meu nariz e eu vi estrelas. Ela ajeita a cabeça mais confortavelmente no meu ombro e relaxa.

Não me mexo um milímetro sequer, não queria acordá-la e fazer com que ela se afastasse de mim tão cedo. Mas o tempo passa, o perfume dela estava impregnando meu olfato e eu já não tinha total controle sobre meus atos. Passam algumas horas que eu ainda conseguia me controlar, mas então minha vontade foi mais forte e me venceu e eu coloquei minha mão sobre a dela delicadamente pra não acordá-la. Aquela mesma corrente elétrica que passava pelo meu corpo quando a tocava volta a me atacar. Essa sensação era tão boa que não queria que parasse, segurei a mão dela e comecei a fazer carinho. Como era bom sentir essa sensação. Então de repente eu sinto ela fazendo carinho na minha mão. Droga eu acordei ela, agora ela vai se afastar de mim.

Dito e feito, ela levanta a cabeça e passa a mão nos olhos, ainda parecia sonolenta, ela me olha tímida.

- A gente já chegou?

Olhei pra ela sorrindo e percebi uma mecha de cabelo no rosto dela, não me controlei e a coloquei atrás da sua orelha enquanto falava: - Ainda não. Faltam duas horas de vôo. – precisava aproveitar essa oportunidade, ela ainda parecia com um pouco de sono, ergui o braço da poltrona olhando pra ela. – Parece que você ainda ta com sono. Não quer voltar a dormir um pouco mais?

- Quero sim. – ela sorriu, parecia que tinha gostado da idéia. Ela deitou no meu ombro de novo, sem o braço da poltrona entre nós, isso nos deixava mais próximos. Gostei disso. Ela se ajeita no meu ombro e logo relaxa de novo.

O perfume dela me encontra de novo e eu volto as nuvens. O tempo passa e eu fico imaginando como seria bom ter ela assim pra sempre. E instintivamente, meu braço passa pelo ombro dela a trazendo pra mais perto, isso a faz colocar a mão no meu peito, mas graças à Deus, ainda dormindo. Eu estava radiante, estava muito feliz. Acabo pegando no sono também por alguns minutos. Então o avião começa a se preparar pra pousar.

Então ela levanta a cabeça, pela segunda vez contra minha vontade e me olha sem jeito: - Desculpa Robert. Abusei muito de você. – ela sorri constrangida. Meu Deus como pode ser tão linda?

Não consegui me segurar e sorri: - Já disse que estava a sua disposição. Não só o meu ombro. – fui muito direto? Espero que ela não se assuste.

- Acho que chegamos, né?

- Sim chegamos.

- Que bom. – sorriu linda como sempre.

O avião acabou de taxiar, desembarcamos e fomos pegar nossas malas na sala de desembarque. Deixei ela na saída do aeroporto e fui alugar um carro pra nós. Em poucos minutos voltei com as chaves na mão.

- Vamos, aluguei um carro. – eu não conseguia parar de sorrir.

- Vamos sim. – ela sorriu aliviada, devia estar cansada e queria logo dormir.

Pegamos o carro no estacionamento. Abri a porta pra ela e entrei no carro e saímos.

- Pra onde vamos agora? – ela me perguntou curiosa.

- Vamos seguir viagem de carro agora, vamos para Montreuil. É lá que será o evento. Acho que são duas horas de carro. – sorri pra ela.

- Ah, legal. – ela sorriu.

Apesar do longo vôo eu estava completamente relaxado. Ficar ao lado dela era relaxante. Já eram 05h30min, estávamos viajando já fazia 1 hora. Ela estava em silencio. Eu queria ouvir a voz dela, queria que ela falasse comigo. Não podia perder nenhum segundo.

- Kristen, fala alguma coisa. Porque você ficou calada de repente? – desviei os olhos da estrada e a olhei sorrindo.

Ela me olhou meio sem jeito: - Desculpa Robert. É que eu pensei que você tava cansado da viagem e ficar falando com você ia te distrair. Então achei melhor ficar em silencio. – ela me disse num sorriso perfeito.

- Que nada, eu quero conversar com você e não estou nenhum pouco cansado. – sorri agora olhando pra estrada. Mas percebi pela minha visão periferia que ela sorriu também.

- Então tudo bem. Sobre o que vamos falar?

E antes que eu pudesse responder qualquer coisa o carro nos atrapalhou, escutamos um barulho vindo do motor e ele começou a dar solavancos. Que maravilha! Sai da pista, entrei um pouco dentro da mata.

- Droga. – e o carro parou de vez.

Ela me olhou assustada: - E agora? Acho que ele morreu. – e deu uma risada nervosa.

Olhei pra ela e ri: - Acho que sim. Vou dar uma olhada. – desci do carro e abri o capô. Saiu muita fumaça.

Ela desceu pra olhar, como se entendesse: - Chie. Acho que o motor esquentou demais. – ela entendia? – Bom, isso não é muito a minha praia, mas isso aconteceu algumas vezes com meu pai e como sou curiosa acabei aprendendo um pouco.

- Como você...? – eu estava realmente surpreso. O que mais ela podia saber? Ela era realmente perfeita.

Ela me falou sorrindo: - É que meu pai trabalha numa empresa de automóveis. E as vezes ele dava umas aulinhas pra mim e pra minha irmã. Caso acontecesse algo com o carro quando tivéssemos um. Coisas do tipo.

Eu sorri, ela era inacreditável: - Acho que foi isso mesmo. Um pouco de água deve resolver.

- É sim. Mas onde vamos arrumar água no meio do nada? E aqui vai demorar pra passar um carro, sem falar que nem deve pegar sinal de celular.

Ela tinha razão, podíamos ficar aqui por muito tempo, olhei pra frente, tentando ver alguma coisa, não estava tão escuro por causa dos postes de iluminação. Consigo ver uma cabana alguns metros à frente de onde estávamos.

Olhei pra ela: - Tem uma cabana ali – apontei na direção da cabana – Será que tem alguém lá? Se tiver podem nos dar um pouco de água.

Ela olhou pra cabana, não tínhamos outra alternativa. Liguei o alarme, por via das duvidas. E fomos em direção a cabana. Bati na porta e ninguém atende então resolvo entrar, abro a porta.

- Robert, deve ter alguém ai. Vão acabar achando que você ta assaltando eles.

Eu entrei olhei pela casa e não vi nenhum indicio de que alguém vivia ali, saio olhando pra ela e rindo.

- Não vão, não tem ninguém aqui. Vem. – estendi minha mão pra ela e ela a segurou. Eu sorri adorava aquela sensação quando nos tocávamos, acendi a luz.

Era evidente que ninguém morava ali a algum tempo, tinha teias de aranha espalhadas pela cabana. Ela só tinha um cômodo, mas era aconchegante. Tinha lenha na lareira.

- É realmente não mora mais ninguém aqui.

Eu sentia meu corpo tremendo, querendo, desejando estar junto do corpo dela. De repente um forte trovão chega aos nossos ouvidos e ela me abraçou.

- Que foi Kristen? – eu estava preocupado, com o que ela teria se assustado, mas estava satisfeito por ela me abraçar, mesmo que seja apenas por medo.

Ela fala baixo ao mesmo tempo em que outro trovão rasga os céus: - É que tenho medo de trovão. – ela tem medo de trovão, ela é tão linda, tão perfeita e tão segura de si que não imaginei que ela tivesse medo de algo.

Passei minhas mãos pelas costas dela e falei o mais doce e protetor que consegui: - Não tenha medo, eu te protejo.

A chuva começa forte lá fora. Eu não suportava ficar assim tão perto dela, eu não ia me controlar, não nessa viagem. Solto uma das mãos e levanto o rosto dela, a olho intensamente, como eu me sentia agora, intenso e com um desejo enorme de tomá-la em meus braços. Ela olhou em meu olhos.

Sussurrei: - Kristen. – me aproximei mais meus rosto do dela.

Estava pronto pra beijá-la e não ia tentar me conter. Não hoje, não agora. Ela fecha os olhos, esperando o toque dos nossos lábios, mas então ela desvia o rosto e se solta dos meus braços e sai pra fora da cabana.

Por quê? Ela não me queria como eu a queria? Ou ela tinha medo de eu só querer me aproveitar dela, da minha posição na revista? Se fosse isso eu precisava falar a ela que não era essa minha intenção. Eu precisava contar a ela tudo o que sinto. Ela precisava saber, e se mesmo assim ela não me quisesse, então eu sofreria, mas eu a deixaria em paz. Mas antes eu precisava contá-la tudo, eu devia isso a ela, eu devia isso a mim mesmo.

Saio atrás dela, estava chovendo forte. Ela estava parada um metro da entrada da cabana de costas pra mim. Isso é bom, tenho tempo de me preparar antes de falar que a amo mais que tudo. Chego um pouco mais perto, me preparando pra dizer tudo, absolutamente tudo e esperar pela reação dela, seja ela qual for. Não podia e não queria mais mentir pra mim mesmo, me esconder desse sentimento. Não tenho do que me envergonhar, é um sentimento tão lindo, e aconteceu por acaso.

Então ela se vira, “é agora”, pensei comigo, então abro a boca pra começar a falar tudo, mas ela me interrompe. Ela parece lutar contra algo dentro dela, então respira fundo e fala:

- Não da mais sabe? – do que ela ta falando? Eu passei dos limites? Não da mesmo Robert. Eu tentei, juro que tentei de todas as maneiras possíveis tirar isso do meu coração, mas eu não consegui e não to agüentando mais deixar esse sentimento guardado dentro de mim. – Ela me odeia. Ah, meu Deus não. Não faz isso comigo. – Eu vou acabar enlouquecendo desse jeito. DROGA. Que se dane que você é meu chefe e que você tem namorada. – o que tem minha namorada a ver com o fato dela me odiar? Sinto uma pontada no coração. – Eu não me importo, eu só não posso mais esconder o que sinto por você. – ela me olhava fixamente, ela me odiava tanto assim? Mas se me odiava tanto porque estava agindo tão docemente comigo durante essa viagem? Só se eu estava entendendo errado, só se... não. É muito bom pra ser verdade. Ela não pode me amar, o que eu tenho de especial? Ela respira fundo e continua – EU AMO VOCÊ, – perdi o chão por um segundo – amo desde aquele dia que você me atropelou, AMO necessito de você desesperadamente. – eu to ouvindo isso? – Eu não tenho mais forças pra ficar longe de você e lutar contra isso o que eu sinto e nem quero mais. – ela estava quase chorando e eu estava flutuando. Ela me ama, me ama como eu a amo.

Não podia continuar mais longe dela, não depois de ouvir tudo isso, me aproximo dela rapidamente e a puxo contra meu corpo e a beijo de uma forma urgente. Por um segundo ela não fez nada, acho que deve ter sido o choque pela minha reação, mas então ela me abraçou e me beijou intensamente. E eu flutuei nas nuvens, sentir aqueles lábios junto ao meu novamente que sensação maravilhosa. Eu estava realmente sentindo isso? Eu não estava sonhando? Meu Deus que coisa boa.

Nossos lábios se moviam exatamente da mesma forma, era como se estivessem sido moldados um para o outro, um encaixe perfeito. Todo meu amor e todo meu desejo estavam sendo depositados naquele beijo. A chuva caia forte sobre nós, mas não me importava a minha fonte de calor estava bem junto a mim, entre meus braços. A puxei pra mias junto do meu corpo, sentindo cada curva do corpo dela se moldando as do meu. Então parei de beijá-la, segurei seu rosto delicadamente entre minhas mãos e a olhei nos olhos, tentando transmitir nesse olhar todo o meu amor. Tentando penetrar na barreira externa e entrar no mais intimo do seu ser.

- Eu sou completamente apaixonado por você. Te amo desde o nosso primeiro encontro inusitado. Kristen eu a amo como nunca amei mulher nenhum. – eu precisava contar tudo, até porque estava com a Emilie, apesar de não querer estragar esse momento falando dela – Eu só voltei pra minha ex pra tentar te esquecer, por que pensei que seu primo fosse seu namorado, mas eu sabia que era impossível Kristen. Eu sou louco por você e não vou te perder, se você me der a oportunidade.

Por favor, me deixa te fazer feliz, me deixa te amar, te entregar todo meu amor, meu carinho. Me deixa te dedicar minha vida.

E antes de qualquer coisa ela me beijou com muito amor. Eu a beijei com todo meu amor, toda minha necessidade dela. E meu desejo por ela estava se intensificando com nossos beijos, sem parar de beijá-la vou conduzindo ela até a cabana, fecho a porta com uma mão, enquanto a outra estava firme nas costas dela e a coloco contra a parede, a beijando, passando minha mão sobre a roupa molhada dela com todo meu desejo, enquanto a outra estava segurando os cabelos dela. Ela me puxou contra o corpo dela.

Parei de beijá-la apenas pra beijar outras partes daquele corpo que tanto desejava, desci minha boca até seu pescoço, sem me separar de sua pele, e o beijei. Ela mordeu os lábios de prazer me olhando com desejo. Não era só eu que queria possuir seu corpo, pelo olhar que ela me lançou ela queria o meu. E isso me deixou feliz, ela deslizou suas mãos sobre minha camisa molhada, eu sorri pra ela e mordi meus lábios. Ela tirou meu paletó e depois minha camisa jogando tudo no chão. Ela olha meu corpo e morde os lábios, acho que gostou do que viu.

Tiro o cinto dela e seu vestido, jogo suas roupas sobre as minhas que jaziam no chão molhadas. Passei minha mão sobre o corpo dela, sentindo arrepios com o contato de nossas peles, ela deu uma mordida de leve na minha orelha e sussurra ofegante me deixando doido: - Eu amo você.

Olhei pra ela louco de desejo sussurrei mordendo a boca dela e a olhando intensamente: - Também amo você e como amo.

Ela sorriu pra mim e deslizou sua mão pelo meu abdômen. Coloca o dedo dentro da minha calça me deixando ainda mais excitado do que já estava. Tira meu cinto e desabotoa minha calça. Eu tiro meus sapatos, minhas meias e minha calça. Ela tira os sapatos e a legging ficando só de lingerie deixando a mostra aquele corpo esculpido pelas mãos de um anjo. Ela era ainda mais linda do que eu imaginava. Ela é simplesmente perfeita.

Pressiono o corpo dela contra a parede, moldando ele ao meu e a beijei intensa e ardentemente. A cada toque dela no meu corpo, a cada suspiro, eu entrava em um novo nível de prazer. Nunca havia sentido nada parecido com isso. Paro de beijá-la e quase sem ar, ofegante de desejo falo: - Espera um pouco.

Acendo a lareira com uma caixa de fósforos esquecida pelos antigos moradores da cabana e volto o mais rápido possível. A tomo em meus braços e a beijo.

Ela coloca as pernas em volta do meu quadril e sem parar de beijá-la, com uma mão nas costas e outra na coxa dela a levo lentamente até a cama a colocando delicadamente sobre ela. Sem parar de nos beijar.

Ela deita confortavelmente na cama e eu me deito sobre ela beijando sua boca e descendo até seu pescoço. Até seu colo, sua barriga e com minhas mãos acariciava seus seios perfeitos por baixo do sutiã. Isso a deixa excitada e ela se contorce na cama e solta um gemido de prazer, deslizo minha mão pelo seu corpo até sua parte intima e faço movimentos que a enchem de prazer, ela fecha os olhos e morde os lábios, eu sorrio pra mim mesmo. Volto fazendo o mesmo caminho com meus lábios, beijando sua barriga de baixo pra cima até seus seios, quando paro e tiro seu sutiã sem desviar meus olhos dos dela. Jogo o sutiã junto com as outras roupas já caídas no chão e acaricio seus seios com minhas mãos lentamente, aproveitando cada segundo e então os beijo com o desejo ardente que me consumia. Passo minha língua entre os seios dela e subo até seu pescoço.

Pressiono meus lábios nos lábios macios urgente. Ela me beija intensamente e desliza suas mãos pelas minhas costas me dando leves arranhões e me deixando completamente maluco. Pressiono meu membro contra sua parte intima, eu estava muito excitado e a cada segundo ficava mais.

Me separo um pouco dela e tiro sua calcinha com os dentes, ela se contorce na cama, tiro minha cueca e me deito novamente sobre ela a beijando devagar enquanto a penetrava lenta e delicadamente até que estava completamente dentro dela.

Fazia movimentos lentos e a cada movimento sentia uma sensação única, que eu jamais senti em toda minha vida. Era como se essa fosse a minha primeira vez. Eu estava cada vez mais entorpecido de prazer. Não sentia nada, não ouvia nada, além do prazer que ela me dava e dos seus gemidos baixos de prazer. Ela me arranhava cada vez mais forte que a anterior, entendi isso como se o prazer dela aumentava a cada arranhão que me dava. Ela me beija com mais desejo, com mais urgência e mais tesão.

Me viro na cama deixando ela por cima de mim e responsável pelos movimentos que ela mantém no mesmo ritmo que eu estava. Ela beijava cada centímetro do meu peito enquanto continuava com os movimentos, passando a língua lentamente pelos meus mamilos. Aperto a cintura dela com mais força e ela me puxa me fazendo sentar também.

Eu a beijo intensamente e passo as mãos pelas costas dela a apertando ainda mais contra meu corpo, nos unindo mais, enquanto sinto nosso prazer aumentar, ela intensifica mais os movimentos.

Puxo os cabelos dela pra trás delicadamente deixando o pescoço dela exposto, o beijo e sem separar meus lábios da pele quente e macia dela, desço até seus seios, os beijando também e fazendo desenhos com minha língua. Sentindo que já estava sensíveis, a fazendo sentir ainda mais prazer. Eu estava totalmente entregue nas mãos dela, não tinha mais controle sobre nada, só queria fazê-la sentir o máximo de prazer, só queria fazê-la sentir o prazer que eu sentia com ela. Um prazer que nunca senti na vida. Ela estava me deixando louco. Ela intensifica os movimentos ainda mais e meu prazer vai aumentando a medida que ela começa outro movimento, a cada segundo aumentava e eu sentia que estava chegando ao clímax. A aperto ainda mais contra meu corpo não deixando nada entre nós e a beijo intensamente e ela a mim. Percebo que ela alcançou o ponto alto do prazer. E então tudo sumiu, eu subi ao céu e voltei. Foi a melhor sensação que eu já senti na minha vida inteira.

Ela encosta a cabeça no meu ombro exausta, eu também estava, coloco minhas mãos nas costas dela. Beijo a base do pescoço dela e percorro sua pele beijando e a acariciando com meus lábios, enquanto acaricia seus cabelos com uma de minhas mãos.

Nos deitamos e ela deita a cabeça no meu peito. Eu sentia o perfume dos seus cabelos macios e sedosos e dava beijos no topo da cabeça dela enquanto fazia carinho nos cabelos. Sem deixar de acariciá-la levanta seu rosto com uma mão e a faço olhar pra mim.

Eu sorria, estava maravilhado com o ponto que o nosso amor chegou, estava iluminado em saber que podia dizer nosso amor, e não somente meu amor. Olhando nos olhos dela, com muito amor me aproximo dos seus lábios lentamente e a beijo delicadamente, ela retribui meu beijo da mesma forma.

Sorrio e encostando a cabeça dela no meu peito de novo falo: - Isso foi mais incrível do que no meu sonho. – É, porque sonhei exatamente com isso, e é incrível que tenha realmente acontecido, posso estar sonhando ainda.

Ela levantou a cabeça e me olhou sorrindo: - Mais incrível do que no seu sonho? – ela me olhava curiosa e transmitia felicidade.

Eu sorri ao vê-la tão linda, incrivelmente ela estava ainda mais iluminada do que no dia em que a vi com seu primo, quando ainda pensava que eles namoravam.

- É, você vai acreditar se eu disser pra você que tive um sonho e ele acabou de se realizar da mesma forma?

Ela sorriu passando as mãos delicadamente no meu peito nu e me olhando fala: - Acredito sim. Como foi? Me fala, fiquei curiosa agora.

Eu adorava isso nela, na verdade eu adorava tudo nela, eu estava muito feliz.

- Do jeito que aconteceu aqui. Só que com uma diferença. Foi mais incrível do que no meu sonho, por que eu o tornei realidade. Você me ama e eu a você. Kristen. Eu nunca quero, por nada nesse mundo perder você. Eu não tenho nenhuma duvida de que você é a mulher da minha vida. E eu quero passar com você todos os dias dela. – eu estava tão feliz, mas tão feliz que meu sorriso saia espontaneamente.

Ela me olha com os olhos cheios de lágrimas e fazendo carinho no meu rosto: - Eu também amo você Rob, e nunca quero perder você. Eu nunca fui tão feliz como eu to sendo agora. Eu te amo muito, muito. Meu amor.

Ela disse meu amor? Ela me chamou de amor? Sinto meu coração dando cambalhotas no meu peito, uma felicidade e uma alegria fluem pelo meu corpo. Meu sorriso se abre mais.

- Repete o que você acabou de falar.

Ela me olhou sorrindo: - Te amo muito.

Não era essa parte, essa também era maravilhosa, mas era a outra parte que eu queria ouvir de novo.

- Não isso, depois disso.

Ela ficou corada, e eu me derreti, como era linda.

- MEU amor?

Eu estava radiante, era a melhor coisa de ouvir. Era como musica para os meus ouvidos.

- Isso é a mais perfeita melodia para meus ouvidos. Eu te amo minha Kristen, MEU amor, minha vida.

Não me agüentava de felicidade, era demais pra mim isso.

Ela sorriu e então me beijou apaixonada e eu a ela. Ficamos abraçados nos acariciando e acabamos dormindo ao som da chuva que caia lá fora e o crepitar do fogo na lareira, uma melodia suave pra dois amantes que acabaram de se entregar um ao outro.

Essa noite eu não sonho, não tinha mais motivos pra sonhar. Tudo o que sempre quis estava nesse momento dormindo tranquilamente em meus braços.

Uiiii... askoaskoaksoa final de cap
espero que vcs tenham gostado
finalmente eles ficaram juntos \o/
e vem mais coisas por ai, mais tarde eu posto o cap 15
bjs twilighteres...


3 comentários:

  1. Ai que lindo!!!!!!!!!! Até que em fim eles ficaram juntos!!!!!!!!!!!!! Simplesmente amei!!!!!!!!!!!!!!!!

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  2. lindooo
    amei ...posta mais

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  3. estou muito feliz q eles ficaram juntos
    mas dispensava certos detalhes;)

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